Liya Carlim_
Era mais outro dia de trabalho, e como isso é chato, às vezes eu pergunto para mim mesma, "se eu deveria mudar o meu jeito é ser um pouco esnobe, grosseira, fingida e atrevida", todas as pessoas que eu vejo, são assim. Elas tem uma posição alta são respeitadas e de classe social sofisticada, porém por dentro, elas são podres e pisam nos outros os tratando como animais, e isso parece que é o certo a fazer para crescer na vida profissional.
Tipo hoje, eu estava esfregando o chão, um idiota passou por mim e pisou na minha mão, ele viu que eu estava agachada para pegar o chaveiro que caiu do meu bolso, ele poderia ter desviado de mim, mas não, ele pisou na minha mão e deixou ela vermelha e doendo, outras pessoas viram porém, não fizeram nada. Eu pensei que todo o trabalho era digno e deveria ser respeitado, bom, nessa empresa os outros não respeita um trabalho inferior aos deles. Uma pessoa que limpa o chão deles é considerada lixo, o lixo mesmo são eles.
Finalmente esse dia acabou e hoje é Vendredi (sexta-feira) eu realmente estou precisando relaxar, fui para o vestiário trocar o uniforme e colocar minha roupa, a festa será só a noite então posso ir para casa relaxar um pouco a cabeça, troquei de roupa e quase esqueci de tirar a toca da minha cabeça, tirei e deixei o cabelo solto sair pelas portas dos funcionários a Neyla estava a minha espera. Fizemos o trajeto como todos os dias pra irmos para casa.
Chegada de noite e eu estava produzida, vai que eu tenha uma sorte em encontrar alguém bonito nessa festa e rolar um papo bom. Eu não sou virgem, namorei com um garoto do orfanato, porém, perdemos o contato depois que ele foi adotado, era um namorado de adolescente, no entanto perdemos a nossa virgindade juntos. Já fiquei com outras pessoas nada sério, bom, para mim não foi e tenho certeza que para eles também não.
A Ney entra no meu AP igual uma louca desgovernada.
Neyla — Vamos Liya já está pronta?? Não quero chegar tarde.
Saio do quarto e vou até ela.
— Tô pronta, vamos!
Eu estou usando algo simples, uma saia colada a cima do joelho de cetim da cor bege, e um croppet de mangas longas da cor branca, soltei o cabelo e fiz uma maquiagem básica sem muito brilho, gosto de ser discreta e deixar a minha beleza natural a amostra. A Neyla não estava muito diferente de mim, a única coisa que mudou foi o estilo do croppet e a cor que era preto e ela estava de short jeans da cor azul marinho, Ney trabalha sempre com o cabelo presso em um coque arrumado, e quando saímos da empresa a primeira coisa que ela faz é soltar o cabelo, então quando não estamos na empresa pode ter certeza que ela está com o cabelo soltou.
— Para onde vamos? Você não me disse.
Neyla — Uma festa de aniversário de um dos funcionários da empresa, ele me convidou e falou que eu poderia convidar alguém.
— É sério Ney? Eu não vou. Sabe que ninguém daquela empresa gosta de faxineira.
Neyla — Calma aí Liya ele é legal, sério ele não é assim, é só vai as pessoas da empresa que são gente boa, sério amiga não precisa se preocupar e caso alguém mexa com você a gente vai embora.
Respirei fundo e soltei a respiração pessada. Famos para essa tal festa, pelo menos vamos de uber e não de metrô. Chegamos no local e tinha bastante gente lá, até então as pessoas estavam sendo legais comigo e dono da festa foi bem receptivo ele realmente não é um esnobe e nem ninguém aqui é, eu não sabia que existia gente assim na empresa Merveilleux.
Neyla — Tá gostando?
— Até agora sim!
Neyla — Ótimo, posso te deixar dois minutos sozinha? Prometo que não vou embora e te deixar.
— Vai começar... mais tá, vai logo.
Ela beija a minha boxexa e sai, fiquei no pequeno bar, sentei num banco do lado de uma moça bem bonita por sinal, pedi apenas um coquetel de batida de frutas, não quero exagerar. A moça do meu lado fala.
Clarice — Não quer ficar doidona.
Olho para ela dou um sorriso gentil, e digo.
— É... não tô pronta para passar uma vergonha desça.
Clarice — Nunca ficou bêbada?
— Não! É algo que eu não quero experimentar nunca na vida.
Ela sorrir, bebe um pouco da margarita dela e diz.
Clarice — Te entendo perfeitamente. Sou Clarice.
— Me chamo Liya, é um prazer conhece-la.
Clarice — Eu digo o mesmo.
Ela sorrir gentilmente.
Clarice Estivalet_
Sou Clarice Estivalet, tenho vinte e cinco anos e trabalho como assistente para a família Ygles des dos meus vinte e um anos. O pai do Josh não é o que ele mostra ser, tem coisas sobre ele que só eu e a dona Ella sabe! Ele é chato mais tem os motivos dele. O Josh é um homem muito bacana, nos tornamos amigos bem antes dele pegar a frente das empresas. Eu sou apaixonada pelo o amigo dele, Rodolfo des do primeiro momento que o vi, e fiquei desapontada quando descobrir que ele namorava a mulher da pior espécie.
Eu queria que o Rodolfo olhasse para mim da forma que ele olha para aquela Juliana, pena que ele é cego pela beleza daquela mulher, espero que ele se cure dessa cegueira o mais rápido possível.
Hoje é Vendredi, e não começou bem, logo que cheguei na empresa vi o Rodolfo aos beijos com a namorada "cobra" na recepção, fiquei enjoada só de olhar para ela, e se como não bastasse o Josh vem com um papo maluco para mim ajudá-lo a encontrar uma mulher para se casar.
Na boa!
Se eu fosse ele deixava os pais fazerem o que quiserem e ele abrisse uma empresa nova, legado dele e ele mesmo ditava as regras e deixava o pai dele se ferrar sozinho.
Ainda bem que não sou eu no lugar dele.
Eu tenho um pouco de pena do meu amigo, ele tem bastante potencial e será um ótimo CEO mais, os pais não percebem isso, eles tem suposições muito erradas do filho.
Assim que o meu expediente acaba, que é só quando o chefe também vai embora, fui para casa toma uma ducha e sair de novo, hoje é o aniversário do meu irmão mais velho, ele trabalha na empresa Merveilleux é o gerente da contabilidade. Estou aqui sentada tomando uma boa margarita quando uma moça bonita senta do meu lado, conversamos um pouco e ela mostra ser uma moça bem interessante só pelo jeitinho dela, ela não faz ideia que eu trabalho diretamente com o CEO das empresas, percebi isso, pois ela não tentou ficar próxima de mim, igual a maioria. Por algum motivo eu pensei no Josh, acredito que ele possa se interessar e vai que o casamento rola.
— Você tem namorado?
Perguntei só para não da esperança a mim mesma né, vai que ela tenha um namorado, se bem que ela poderia ter um namorado do jeito que és bonita. Para a minha surpresa ela disse.
Liya — Não! Eu não tenho namorado.
— Como assim? Você é linda como não tem namorado.
Liya — Ainda não achei alguém que me completa, os homens que eu conheço só querem ter uma noite e pronto, não querem compromisso e eu não gosto só de uma noite, o meu corpo tem que ser valorizado e não só usado.
— Disse tudo querida, gostei de você.
Agora sim tenho certeza que vou ajudar o Josh, acho que ela é perfeita para ele.
— Você trabalha na Merveilleux?
Liya — Sim trabalho.
— Em que área você trabalha lá?
Ela demora um pouco para fala, mas ela fala.
Liya — Sou faxineira.
— Eu também já fui faxineira de uma empresa, mas fui demitida quando soquei a cara da filha do dono... eu não sabia que ela era filha dele.
Liya — Uau, e por que você fez isso?
— Ela chegou no local aonde eu estava e começou a me diminuir como se eu fosse lixo, eu nunca iria deixar ninguém fazer isso comigo, só levantei a mão fechada e dei um perfeito soco na cara dela, fiquei com a mão um pouco dolorida, mas fiquei bem, a filha do chefe que já ficou com o rosto enxado.
Liya — Eu tenho vontade de fazer isso todos os dias, mais preciso do meu emprego então não posso ficar socando a cara de todos.
Rimos juntas.
— Você deixa eu te apresentar uma pessoa? Acho que você vai gostar dele.
Liya — Você quer me apresentar a quem?
— Um amigo, ele tá querendo conhecer pessoas novas.
Liya — Sei não Clarice, eu não quero parecer desesperada para ter alguém.
— Você não vai parecer, ele que tá desesperado, você é bem do jeito que ele gosta, doce, educado e fofa.
Liya — Você é esperta, tá bajulando para conseguir o encontro.
— Claro bébé (bebê).
Ela rir, e diz.
Liya — Não quero, sinto muito... quem sabe na próxima.
— Tem certeza? Ele é rico e adora da presentes.
Liya — Olha pode dizer para o seu amigo que não estou interessada no dinheiro dele e nem nos presentes.
Ela diz um pouco chateada, eu pesso desculpas para ela, e mudamos de assunto. Ela é uma garota bem diferente das outras mesmo, a amiga dela chegou elas conversaram um pouco e a Liya se despediu de mim e foi embora. Fiquei pensando na possibilidade do Josh a conhecer, vou conversar com ele segunda sobre isso. Após termina a minha margarita fui para o meu quarto dormir, ainda bem que a maioria do povo já tinha ido embora e o som estava baixo..
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Atualizado até capítulo 40
Comments
Creuza De Jesus Oliveira Alves
infelizmente é a realidade pode que manda obedece wue tem juízo/ parabens autora por aborda esse tema muito legal da sua parte
2025-03-17
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Bell Belmonte
é fato, menosprezam e olham com desdém,como se tivesse nojo.
só que precisam para limpar suas sujeiras
2025-03-12
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💙 Shofie
Essas pessoas q menosprezam quem trabalha na limpeza, deveria ficar sem ninguém pra limpar suas bagunça e sujeiras, pra aprendem a dar valor a todos, e verem tbm q todo trabalho é DIGNO!!!!
Um exemplo q sempre dou é: pessoas q trabalham com os falecidos. Muitas pessoas dizem q é preciso coragem, mas já pensaram se não fossem elas. Como faríamos nessa situação??
2024-12-16
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