Capítulo-02

Liya Carlim_

O meu dia foi como os outros, limpando o chão, vasos sanitários, salas de pessoas que pensa está sempre a cima de outras pessoas como eu. Finalmente o meu expediente acabou e eu estou louca para ir embora, a minha casa está a minha espera, quero descansar a mente, aturar ofensa de pessoas desprezíveis é, mais trabalhoso do que limpar o chão. 

Estou no vestuário terminando de trocar-me. Duas funcionárias entram elas não percebem que estou em uma das cabines me trocando, elas começam a falar sobre o CEO da empresa. Eu nunca o vi, se eu já o vi não sabia quem ele era, apenas escuto boatos de que ele é lindo, e parece um "Deus grego".

Funcionária 1— Aquele homem realmente é muito lindo, pena que ele é do tipo sério. Adoraria passa uma noite aproveitando todo aquele corpo.

Funcionária 2— Eu ouvi dizer que ele vai se casar, parece que a noiva é a Mila Fontainelles, que mulher de sorte. Eu queria ser noiva dele, já pensou nas joias que eu poderia ter toda semana.

Funcionária 1 — Um sonho né amiga, mais acho que essa história de casamento é fake, ele não tem cara de um homem que quer casar, ainda mais com a tal Mila. Aquela mulher é muito esnobe, ele não tem cara de gosta de mulheres assim.

Funcionária 2 — Eu também acho que isso é fake, mas só vamos descobrir daqui a um tempo. E do jeito que são os fofoqueiros da Internet, rapidinho isso virá atona.

Elas terminam a fofoca de arruma-se e sai, eu fiquei só ouvindo a fofoca, eu não procuro, mais se a fofoca vem até mim o jeito é ouvir. 

Admito que a vida dos ricos são bem cheias de confusões e dinheiro. Saio do vestuário já pronta para ir embora, saio pela porta dos funcionários. Escuto a voz da Neyla a minha amiga que trabalha como recepcionista.

Neyla — Espera aí apressada.

Sorrio, paro de andar para esperar-la.

Neyla — Você tem que começar a andar um pouco mais devagar.

— Ou você aprender a andar rápido.

Famos andando juntas pela a calçada.

Neyla — Como foi hoje limpando o chão?

— Como todos os dias, limpando o chão para os maiores passar.

Faço um gesto com a mão fingindo se elegante e sofisticada. A Ney só faz rir de mim.

Nós duas moramos no mesmo prédio, mas em andares diferentes. Todos os dias saímos juntas e voltamos juntas. Temos uma rotina cansativa, acordamos às cinco da manhã para sair de casa às cinco e quarenta, chegar no metrô e pegar o trem das seis da manhã, para chegamos no nosso ponto de descida às seis e quarenta e cinco, andar por mais dez minutos e chegamos na empresa as sete em ponto.

E fazemos o mesmo trajeto pra ir para casa, saímos do trabalho às três da tarde todo os dias, chegamos em casa quase às seis da noite. Vida de trabalhador não é fácil.

Chegamos no prédio aonde moramos, falamos com o porteiro e subindo as escadas.

— Não sei se aguento trabalhar amanhã.

Neyla — Consegue sim amiga, e amanhã é sexta-feira, depois do trabalho a gente vai para uma festa.

— A não Ney, eu não saio para festa com você nem se me paga dez mil euros.

Neyla — Ainda chateada pela última vez?

— O que você acha?

Ela rir e abraçar-me de lado. A última vez que sair com ela, a doida simplesmente sumiu e me deixou sozinha lá, plantada num lugar aonde eu não conhecia ninguém. Quando cheguei em casa descobrir que ela foi pra casa de um homem que ela conheceu na festa. Desde então, eu não saio com ela nem brincando.

Neyla — Vai comigo por favor, eu prometo que não vou te deixar plantada como na última vez, se eu ficar com alguém lá prometo te avisar e te colocar no uber para casa.

Olhei para ela que faz aquele olhar de súplica. Como eu detesto quando ela faz isso. Reviro os olhos e bufo.

— Tá bom, mas se vc fazer aquilo de novo de me deixar plantada esquece que sou sua amiga.

Neyla — Tá bom eu vou me comporta.

Rimos, chegamos no andar aonde ela mora.

— Tchau até amanhã.

Nos despedimos e eu continuei andando subindo as escadas. Finalmente chegou no meu "ninho" de descanso, entro tranco a porta, jogo a bolsa para um lado e os sapatos para o outro me jogo no sofá quase que perdendo os movimentos das pernas.

— Só mais um dia papai do céus, só mais um..

Neyla Monink_

Me chamo Neyla não gosto do meu sobrenome então apenas Neyla, tenho vinte e cinco anos e moro no mesmo prédio que a Liya, nos tornamos melhores amigas assim que ela se mudou para cá. Acho ela um pouco boa demais e muito diferente das outras pessoas, é muito difícil encontrar alguém como ela atualmente. Eu sinto-me obrigado a sempre cuidar dela para ninguém fazer mau a ela. Sou extrovertida, amo uma baladinha e dá uns pegas sem compromisso, também adoro uma boa fofoca.

_______

Josh Ygles_

Depois da conversa super chata com o meu pai passei o resto da manhã pensando sobre o assunto do casamento.

'Quem vai aceitar casar comigo por seis meses?'

Eu não quero casar com uma qualquer, e também não quero oferecer dinheiro para ninguém. Preciso pensar com calma sobre esse assunto. Sair da empresa tarde da noite e fui para o meu apartamento, ainda não tenho uma casa própria, só um apartamento mesmo. Eu sou sozinho não preciso de uma casa grande, mora só eu.

Outro dia chegou e fui para a empresa Votre style est le nôtre, tô tentando trabalhar, porém, está impossível, desde ontem estou pensando como uma pessoa vai aceitar casar-se comigo.

Rodolfo — O que você tanto pensa?

Olho para a porta é vejo o Rodolfo lá escorado.

— Tá aí á muito tempo?

Rodolfo — Tempo suficiente para ver que você está com a mente meia atormentada.

— É cara, eu estou mesmo.

Contei para ele sobre a conversa que tive com o meu pai.

Rodolfo — Mano, aonde você vai conseguir achar alguém para casar?

— Eu não sei, mas não vou deixar os meus pais destruírem tudo que eles construíram dando para o Pietro. Vou mostrar para eles que posso sim cuidar das empresas sem precisar casar com uma mulher rica.

Rodolfo — Já vi que você vai fazer loucura.

Vou sim me casar, como os meus pais querem. Mais, não vou casar com uma rica. Eu não preciso do dinheiro de ninguém, eu posso mostrar que sou adequado para administrar as empresas. Os meus pais vão pedir desculpas para mim por duvidarem da minha capacidade.

— Eu não chamaria isso de besteira.

Rodolfo — O meu amigo aonde você vai achar alguém que aceite casar com você sem você da alguma contia de euros para ela? Nem mesmo a Clarice aceitaria isso.

Clarice — O que tem eu?

Ela diz entrando na sala.

— Clarice você pode me fazer um grande favor?

Clarice — Eu não vou casar com você.

Rodolfo — Eu falei.

— Não é nada disso Clari... eu não quero que você case comigo séria tão estranho.

Clarice — Concordo!.. então o que queres de mim?

— Que você encontre uma moça gentil, agradável, linda, que não seja ambiciosa e também que não seja rica.

Ela fica olhando para mim com as sobrancelhas franzida e com a boca entre aberta, claramente ela está chocada com o que eu pedi a ela.

— Clarice... ei..

Ela ficou muda e continua do mesmo jeito, olho para o Rodolfo que também ficou mudo.

— Eu.. eu falei alguma coisa de ruim?

Rodolfo — O que você acha??

A Clarice volta em sí, já falando muitas coisas.

Clarice — Tá ficando louco? Como eu vou encontrar alguém assim? Nem nos sonhos existe mulher tão perfeita... você querendo sim ou não vai ter que oferecer algo em troca para a pessoa nem que seja uma casa mobiliada ou euros, mas nem uma mulher vai casar com você sem ter algo entroca, o único jeito de se casar sem oferecer euros, seria casamento por amor, só que a questão aqui é outra, você não vai casar por amor.

Sento na cadeira e jogo todo o meu corpo nela, estou tenso com toda essa situação.

Rodolfo — Ok cara você tá tenso demais. Vamos sair para aliviar a sua cabeça e quem sabe de cabeça fria você consiga pensar melhor no que fazer.

— É você tá certo.

Rodolfo — É isso aí, aproveita que hoje é Vendredi (sexta-feira) e vamos numa casa noturna, beber para relaxar.

Concordei com o Rodolfo nada melhor que relaxar um pouco.

Era noite eu me arrumei e fui direto para a boate, encontraria o Rodolfo lá. Assim que cheguei, logo perdi a vontade de ficar na boate, esse filho da mãe levou aquela put@ com ele, sair do carro e eles estavam a minha espera.

— Achei que seria só eu e você dia dos amigos.

Juliana — Oi pra tu também e boa noite.

— A minha noite deixou de ser boa assim que vi você.

Falo sério e sem vontade de ser educado.

Rodolfo — Ei calma aí os dois. Eu não posso sair assim sem levar a minha namorada, mais também não posso te deixar na mão né amigo.

— Já te avisei várias vezes quem é sua namorada e por qual motivo eu não a suporto, mais você prefere acreditar na falsidade que ela te mostra, ok eu entendo, mas não vou ficar perto dela... então licença eu vou voltar para casa e fica aí com essa..

Respiro fundo para não falar besteira.

—...Coisa.

Vou voltando para o carro, e o Rodolfo vem atrás de mim.

Rodolfo — Cara para com isso vai, você deixou ela triste olha como ela tá chorando.

— Fod*-se, não ligo essa mulher é uma fingida e quando você descobrir isso, espero que não esteja casado com ela.

Queria relaxar a cabeça fiquei foi é mais put* vendo aquela mulherzinha. Entre no veículo e dei a partida. Posso relaxar em casa sem problema.

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Comments

Bell Belmonte

Bell Belmonte

né, se ela vem vamos ouvir. o pior é qdo vc está em ônibus começa a ouvir e tem que descer no ponto sem terminar de escutar kkkkk.

2025-03-12

0

Carmem Lùcia Pimenta

Carmem Lùcia Pimenta

CERTÍSSIMO, ELE NÃO É OBRIGADO ATURAR MULHER DESTA QUE JA JÁ DEU ATÉ ENCIMA DELE,E ELE NÃO ESCONDEU DO PRIMO

2025-03-30

0

Carmem Lùcia Pimenta

Carmem Lùcia Pimenta

Eta ele falou com primo e ele ainda continua com a kenga, misericórdia /Shy//Shy//Facepalm//Facepalm/

2025-03-30

0

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