Thiago dirige em silêncio e mesmo sem encara-lo sinto seus olhos queimarem sobre mim, olho a vista pela vidro da janela o caminho é desconhecido e isso começa a me preocupar.
— Para onde está me levando.
Pergunto dessa vez o olhando profundamente nos olhos, Thiago abre a porta, desce e faz o mesmo com o lado do passageiro.
— Está em minha casa.
A voz rouca soa calma e agradável.
— Não disse a você que iria segui-lo até seu abatedouro, me leve para casa.
Ele passa as mãos pelos cabelos.
— Por favor, entre vamos conversar.
— Tem sempre um motivo para conversarmos, nunca fala algo que façam realmente sentido, quer se aproximar da Ariel, está bem eu concordei mais esse era o único assunto que tínhamos em comum.
Desço do carro caminhando em direção ao portão.
— Onde vai?
— Pedir um táxi.
Ele caminha impaciente até mim, me pega em seu colo jogando sobre os ombros como um saco de batatas.
— O que está fazendo seu neandertal, brutamontes me ponha no chão.
Dou repetidos socos em suas enormes e largas costas que sequer parecem ser sentidos por ele.
— É mimada, cabeça dura e eu acho isso um tesão mais essa não é a melhor hora Eleonor.
Me leva para dentro da mansão, me senta no sofá caminhando de um lado para o outro.
— Porra eu fiz merda, eu vacilei e eu sei disso, pode pelo amor de Deus me escutar.
Ele me encara com tristeza.
— Seja breve.
— Leonor eu estava perdido , eu tinha alguns problemas, alguns deles envolviam minha mãe e foi exatamente isso o que fez com que eu agisse como um babaca, eu, eu gostava de você, porra eu gostava mesmo mais a questão é que eu não sabia como lidar com isso.
— Entendi, estava confuso.
— Isso.
— E perdido?
— Exatamente.
— E a melhor forma de se encontrar era me levando para cama, fazendo com que eu fosse expulsa do convento e esfregando na minha cara a primeira vaga*bunda que achou.
Ele passa as mãos pelos cabelos.
— Por favor, eu sei que errei eu não deveria ter feito nada daquilo e estou arrependido, não sabe quanto eu queria consertar as coisas.
— É meio tarde para isso.
Me ponho de pé e ele me encara agora com um semblante arrasado.
— Vai me levar para casa ou devo chamar um táxi?
— Não ira para casa, dorme aqui essa noite.
Fala com autoridade e isso me irrita.
— Não durmo fora de casa Thiago, a Ariel é um bebê se lembra? sua filha?
— Porra eu tinha me esquecido desse detalhe, você ainda...ham...
— Amamento?
Ele assente.
— Não consegui amamentar a Ariel, meu parto foi uma cesariana de risco, tive algumas complicações devido a cirurgia e ela teve alta antes de mim, quando sai já estava fazendo uso de fórmula, o médico me aconselhou a não insistir devido ao meu estado.
— Sinto muito, imagino que isso devia ser importante para você.
— Era sim mais não tive escolha, as noites em claro e os dias sem comer chorando por sua causa não ajudaram muito, a anemia que ganhei como consequência também não.
Ele se senta apoiando os cotovelos em seus joelhos, as mãos estão sobre a cabeça enquanto encara o chão.
— Eu fui mesmo um desgraçado né?
— Sim você foi, mais vamos lá, se eu tenho que dormir nesse maldito lugar pode me levar até o meu quarto? vou ligar para Mercedes, avisar que não dormirei em casa.
Ele aponta a escada, me guia em direção a uma enorme suite em tons pastel, me sento na cama mandando uma mensagem para minha secretária, não costumo dormir fora afinal nunca precisei, meu único foco sempre foi minha filha e o trabalho, homens nunca tiveram lugar em minha vida.
— Pode dar licença para que eu possa me acomodar?
— Sim, claro.
Me olha como um cão doente que acabou de cair da mudança.
— O que quer Thiago? Vamos ser adultos e parar de jogos, é óbvio que quer algo de mim.
— Quero você, não vê Leonor eu estou louco, completamente louco por você.
Diz me encostando contra parede.
— Fica comigo.
Sussurra entre meus lábios então me beija,me puxa com força segurando minha nuca, sua língua me invade enquanto suas mãos apertam minha cintura fazendo com que meu corpo fique colado ao dele.
— Eu preciso de você anjo.
Diz em minha boca deslizando um de seus dedos para dentro da minha calcinha, lambe meus lábios,meu queixo e pescoço espalha minha umidade me penetrando devagar, seu toque é quente e delicioso, um desgraçado treinado para levar qualquer uma a loucura, Thiago me pega em seu colo, minhas pernas circulam sua cintura enquanto sua boca me invade e devora, me deita sobre a cama desce as alças do meu vestido trilhando beijos molhados por todo meu corpo, mordisca meus seios deixando marcas em um vermelho vivo.
— Não sabe o quanto eu preciso disso, quanto eu preciso te sentir anjo, te fazer minha.
Se encurva como em reverência no meio de minhas pernas chupa minha bo*ceta dando pequenas lambidas em toda ela, sua língua dá voltas de leve enquanto me penetra com ela entrando devagar até que eu goza em sua boca, minhas mãos arranham os lençóis me contorcendo de prazer, gemo de tesão quando ele abafa o som subindo para os meus lábios.
— Diga que me quer, não quero que se arrependa depois.
Sussurra em meu ouvido fazendo com queira mais e mais do prazer que está me dando.
— Me fode ca*cete.
Rosno para ele que sorri de um jeito safado, pincela seu vigoroso e másculo membro em minha entrada colocando bem devagar, ele é enorme e três anos foram tempo demais, sinto como se ele estivesse me rasgando novamente, tirando minha virgindade como fez em sua cama naquele hotel em Istambul, Thiago tira seu pau e coloca algumas vezes dentro de mim, faz isso até que meus gemidos de desconforto sumam e deem espaço aos delírio narrados de prazer, o jogo na cama me sentando sobre ele, juro para mim mesma que essa será a última vez então vou fazer com que ele não se esqueça nunca mais de quem é Eleonor Giordano, desço com força para ele encaixando minha bo*ceta em seu membro enquanto rebolo deslizando e o montando em um ritmo inebriante e delicioso, sento gostoso o fazendo revirar os olhos de tesão, não resisto a tanto prazer e acabo gozando alcançando meu climax novamente com ele ainda dentro de mim, Thiago me joga na cama, é como um jogo de luxúria onde ninguém estar disposto a seder, estou exausta e dolorida ele se move mais forte, mais rápido e com cada vez mais desejo até gozar sobre minha barriga, bombeando lentamente seu pau que se desfaz em jatos sobre mim, Thiago se deita sobre a cama, sua respiração está acelerada, me encara com um sorriso nos lábios mais não retribuo, me levanto caminhando até o banheiro ligo o chuveiro e enquanto tomo banho ele me observa escorado ao batente da porta.
— Não tiveram outros além de mim não é mesmo?
Sua voz parece enfeitada de alegria.
— Não.
— Leonor eu amo você, eu amo tanto você, não sabe como eu estou feliz em saber que decidiu me dar uma chance.
— Eu não disse que ti daria uma chance Thiago.
Me enrolo em uma toalha saindo do box.
— Foi só sexo, você queria eu também, não vou negar que você é uma delícia, não tive outros homens mais se tem alguém melhor nisso que você eu preciso conhecer porque é mesmo muito gostoso.
— Não pode estar falando sério.
— Não? Só você pode me usar? digamos que estamos quites agora.
Visto a roupa prendendo meus cabelos,pego a bolsa enquanto ele me encara sentado na cama.
— Mudei de ideia, vou para casa, não quero que confunda as coisas, pode buscar a Ariel amanhã e caso não tenha entendido Thiago, isso.
Aponto para cama bagunçada e ele me fita com um olhar visivelmente arrasado.
— Não vai se repetir, boa noite.
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Atualizado até capítulo 63
Comments
Mônica Teles
É claro que vai sim acontecer de novo,eu não tenho dúvidas disso
2025-03-19
1
Gisely Oliveira
gostei Leonor faz ele sofrer um pouco pra ele ver como é ruim
2025-01-29
0
Ivanilde T. Serra
Ah Leonor não acredito que você já cedeu para esse cafajeste.
2025-01-21
0