Capítulo 14

*Thiago Narrando.

O quarto inteiro gira e a porra da minha cabeça dói, mesmo alterado posso sentir o pesar e calor que emana o delicado corpo da prostituta de luxo deitada ao meu lado sobre os lençóis, o mesmo padrão de sempre, mulheres jovens contratadas por Hermes para me satisfazer, essa tem uma beleza um tanto quanto exótica, é ruiva seus cabelos cacheados em um tom vermelho vivo e um sotaque Russo carregado, pelo menos eu acho já que em gemidos de prazer e dor e impossível indentificar satisfatoriamente qualquer idioma que não seja o seu, olho no relógio e já são quase 20:00 a merda do whisky que bebi definitivamente é responsável por esse leve deslize, não se espera que alguém na minha posição e nivel desmaie de bêbado depois de tre*par com uma mulher, a explicação? nenhuma é ela, por mais camas que eu tenha me aventurado, por mais corpos que eu tenha provado não consegui encontrar um sequer que me fizesse esquecer a maldita Eleonor Giordano , nunca são tão bonitas, nunca tem o mesmo cheiro doce, e aquele sorriso, a porra do sorriso que tem fodido meus pensamentos a infelizes três anos, Me levanto da cama e ela implora sonolenta para que eu não vá, em minha mente apenas a certeza de quê não quero vê-la novamente, é uma bela mulher mais seja ela quer for e por mais bonita que seja não tem o que é preciso para eu quebrar uma das regras que tenho seguido fielmente a minha vida inteira, Não transo com ninguém mais de uma vez , todas as garotas que passaram por minha cama são descartáveis e insignificantes demais para que eu me sinta bem em querer prova-las mais de uma vez, isso soa machista e retrógrado? sim , mas também não me incomoda, ando até o banheiro, retiro a camisinha do meu ca*cete ainda sultimente erguido e tomo uma ducha rápida, a mulher sobre a cama se mexe preguiçosa, sei que está exausta, não sou nem um pouco gentil e forde-la em todas as posições e jeitos possíveis provavelmente a deixou dolorida, posso ouvir seu ronronar ecoar pelo quarto e sei que essa é minha deixa, jogo sobre o criado mudo um maço grande de dinheiro, visto minha roupa para encontrar do lado de fora um dos meus seguranças e Hermes que imediatamente sorri para mim me entregando uma aspirina e um isotônico provavelmente prevendo a infernal ressaca que me espera.

— Desculpe-me senhor, não quero chatea-lo com certos assuntos mais é minha função como seu assistente, não sei se está lembrado mais hoje é a inauguração de seu restaurante, vamos direto daqui ou quer fazer uma breve parada em seu apartamento?

— Não vou a porcaria de restaurante nenhum, Nem sei se estou sóbrio o suficiente para caminhar sozinho.

Viro na boca todo o líquido da garrafa em um unico gole entregando a ele o frasco vazio.

— Devo insistir patrão, é um de seus maiores investimentos em Bursa, o lugar certamente perderá muito de sua credibilidade, a maioria dos clientes que estarão presentes fizeram reserva na expectativa de conhecer o tão respeitado e conhecido Barão de Bursa.

Passo a mão pelos cabelos contrariado, queria saber quando me tornei entretenimento para ricos esnobes da Turquia, Entro no carro em silêncio, minha cara não é das melhores e Hermes parece ter entendido o recado, Estou exausto, passei boa parte da tarde em uma longa reunião de negócios, o restante dela em um hotel montando uma prostituta que mal deu conta do recado.

O restaurante é grande, está cheio, ainda dá porta posso ver as pessoas da alta sociedade que estão enfeitando suas mesas, homens ricos com contas bancárias compostas por oito dígitos ou mais que escondem suas podridões debaixo de seus ternos caros e importados, definitivamente me sinto em casa, rodeado de toda essa corja tão infeliz e doente quanto eu, caminho pelo salão na intenção de ser notado, não que precise já que no exato momento em que meu carro parou em frente ao estabelecimento os funcionários estão em pavorosos, e os magnatas agitados em suas cadeiras, me sento no bar, observo o salão completamente lotado quando Hermes se aproxima.

— Patrão.

Diz me reverenciado como se estivesse diante da realeza, já disse um milhão de vezes que não é necessário tanta formalidade mais sua criação Impecavelmente rígida não o permite relaxar.

— Qual o problema agora?

Digo seco sem tirar os olhos do copo de whisky sobre o balcão.

— O comissário Mackenzie está aqui, o viu chegar ao restaurante e pediu para dar uma palavra com o senhor.

Reviro os olhos nem um pouco satisfeito, minha intenção era entrar e sair sem ter que pagar a simpatia que não tenho.

— Diga a ele que não estou aqui a trabalho, vim apenas prestigiar meu restaurante, peça a ele que me procure em um outro dia.

— Eu já disse patrão, ele insiste diz que é algo de seu interesse e que tem haver com a transportadora de café que ganhou a última licitação.

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Comments

Luana Mddm

Luana Mddm

/Drool//Awkward/

2025-01-21

1

Ivanilde T. Serra

Ivanilde T. Serra

Com certeza é a empresa delas.

2025-01-21

1

Ivanilde T. Serra

Ivanilde T. Serra

Tô pagando para ver o encontro e o tamanho do tombo que você vai levar.

2025-01-21

1

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