#REBECA#
Assim que colocamos os pés na quadra, um homem avisou que era para nos duas subirmos até o camarote.
Passamos pelo meio da multidão, Paula estava me guiando, até lá, subimos uma escada, e quando chegamos no camarote, lá estava o Guilherme e mais alguns homens.
Assim que nos viram, o guerreiro puxou Paula para um canto, e o Guilherme, me puxou para sentar ao lado dele.
GUILHERME - Não sai de perto de mim.
REBECA - Ok.- Respondi confusa.
GUERREIRO - Minha preta, não sabe o quanto esta gostosa.- Disse perto do ouvido dela, ele nem imagina a surpresa que ela preparou para ele.
PAULA
GUILHERME - Você também está muito bonita.
REBECA
REBECA - Acho que a sua namorada não iria gostar de ver você elogiando outra.
GUILHERME - Já disse, não tenho namorada.- Ele pegou a minha mão e a beijou.- Não ainda, quer beber algo?
REBECA - Tequila.
PAULA - Para mim também.
Bebemos um dose atrás da outra, enquanto olhava para o povo lá em baixo, estava começando a me divertir.
O que estava me encomendava era algumas mulheres que ficavam olhando para mim, com a cara feia.
Depois de um tempo, Paula pediu que eu a acompanhasse, enquanto, passávamos pela multidão, as mulheres continuavam a me encarar.
No banheiro...
REBECA - Você tem que ficar calma.
PAULA - Não consigo.
REBECA - Escuta, o mais importante da sedução, é você demonstrar segurança, que você está no controle.
PAULA - Eu vou levar ele lá para casa, as paredes são aprova de som, consegue distrair o Soberano?
REBECA - Claro.
Saímos do banheiro, e trombamos com três mulheres, estilo vadia, bem vadia.
MULHER 1- Olha a patricinha, chega agora e já tá querendo sentar na janelinha.
REBECA - Quem são essas?
PAULA - É tudo marmita, Cláudia, Bianca e Naty, elas sentam para geral aqui.
BIANCA - Só não ti respondo Paula, porque tu é irmã do dono, mais essa aí...
PAULA - É a mulher do dono.
Olhei para ela, mais não disse nada, enquanto as outras três riam.
CLAUDIA - Acha mesmo que o Soberano vai transformar em fiel, essa sem sal, podendo ter só os files do morro.
NATY- O que você acha que tem, para chegar aqui, e já se achegar no patrão.
REBECA - Princípios, acho que ele cansou de comer as p@tas, e agora quer uma mais decente.
Uma delas ameaçou vir para cima de mim, mais o orelha chegou e segurou.
ORELHA - Tu tá maluco mina, se o patrão descobre que as p@tinhas aí tão encomodando a "dama da noite", seis vão amanhecer com a boca cheia de verme.- Depois virou para nos e disse.- O patrão está chamando as duas.
Dei um sorriso cínico em direção aquelas três, só para provocar. Fiquei pensando no que todos estão falando.
A Paula disse que o Guilherme gosta de mim, não acho, mais isso não impede que a gente se divirta.
Nunca fui do estilo iludida, não acredito que o Guilherme, é homem de uma mulher só, então, só rolaria sexo casual, e nada a mais.
Voltamos para o camarote, e comecei a conversar com ele, com uma atitude mais atrevida, na intenção de seduzi-lo.
E eu consegui, acho que ele nem viu a hora que a Paula e o Guerreiro foram embora. Já estáva de saco cheio daquele lugar.
REBECA - Está afim de ir a um lugar mais reservado?
Ele se levantou, pegou a minha mão e disse.
GUILHERME - Vamos.
Fomos para a moto dele e voltamos para a casa, destranquei a porta da casa, e senti as suas mãos na minha cintura.
Ele me virou e me beijou com desejo, pulei em seu colo, abracei as minhas pernas em sua cintura e subimos as escadas assim.
Ele me guiou até o quarto dele, me jogou na cama e foi trancar a porta. Tirei a parte de cima da minha roupa e quando ele virou, eu o peguei de surpresa.
Abri a sua calça e abaixei junto com a cueca, depois sem muita cerimônia, comecei a ch@pa-lo.
GUILHERME - P@rra.- Suspirou.
Ele agarrou os meus cabelos, para que eu mantivesse o ritmo.
Depois de um tempo, ele continuou a meter rápido na minha boca, mais não tão forte.Eu gosto de um sexo bruto, não violento.
Depois de mais algumas investidas ele goz@u na minha boca. Tirei o p@u dele da boca, limpei os cantos dos lábios, em seguida fui puxada para a beirada da cama.
O Guilherme, tirou a minha saia, rasgou a calcinha e depois tirou a própria roupa e eu disse antes dele deitar.
REBECA - Guilherme, a camisinha.
Ele foi até a carteira, pegou uma camisinha, a colocou e voltou para cima de mim.
Ele começou a entrar devagar, enquanto beijava o meu pescoço, depois começou a se movimentar lentamente dentro de mim.
REBECA - Mais rápido.
GUILHERME - Gosta de ser tratada como uma cadela?
REBECA - Só um pouquinho.- Disse entre Gemidos.- Vai mais rápido.
Ele saiu de mim, me virou, me colocou de quatro, entrou com força, me fazendo gemer alto e disse, com a voz bem rouca.
GUILHERME - Já que gosta, hoje você vai ser a minha cadela de estimação.
Guilherme começou a entrar e sair rápido e com um pouco de força, enquanto eu gemia como uma p@ta, o que o incentivava a continuar.
Foi assim o resto da noite, ficamos horas nos satisfazendo, até que eu desmaiei de cansaço, nos braços do Guilherme.
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Atualizado até capítulo 41
Comments
Julia Santos
ui ui ui
kkkkk
deu logo um chá
2025-01-24
0
Nilza Bhet
muito fácil não gostei
2024-09-13
1
Anatalice Rodrigues
Êta lelê. O parquinho pegou fogo 🔥 🔥 🔥
2024-08-23
2