#SOBERANO#
Depois que falei aquilo, a mina surtou, começou a andar de um lado para o outro, e depois começou a gritar.
ANDREIA - Como pode fazer isso com a gente?- Perguntou limpando as lágrimas.
SOBERANO - O "nos" nunca existiu, eu deixei claro para você, que era só sexo.
ANDREIA - Você me procurava.
SOBERANO - Porque eu precisava me aliviar, e você sempre foi fácil, sempre abriu as pernas fácil.
Logo em seguida, senti um tapa acertar o meu rosto, fiquei com tanto ódio, que cansei de ser bonzinho.
SOBERANO - Tá loki p@ta? Esqueceu com quem tu tá falando.
ANDREIA - Não acredito que você prefere ela.
SOBERANO - Vai acreditando, daqui a pouco tempo, vou apresentar ela para a comunidade, e você vai até lamber o chão que ela pisar, se a minha dama mandar.
ANDREIA - Ela tem uma filha, você não vai criar uma maldita órfão, sendo que posso dar quantos filhos você quiser.
SOBERANO - Engano seu, eu quero cuidar e amar as duas, e não permito que fale dessa forma, nem da Rebeca, e muito menos da Juliana, que não tem culpa dos teus problemas.
ANDREIA - Vai ficar com uma p@ta, que abriu as pernas para qualquer um, e nem deve saber quem é o pai.
SOBERANO - Está chamando a minha mãe de p@ta?
ANDREIA - Não, claro que não...- Ela já estava assustada.
SOBERANO - Está sim, refrescando a sua memória, eu já estive no lugar daquela inocente criança, eu não conheço a história da Rebeca, mas afirmo, que a única que não tem culpa é a menina.
ANDREIA - Você só pode estar enfeitiçado, essa vadia só apareceu para atrapalhar a nossa vida, mais eu acabo com ela.
Ela ameaçou sair da sala, eu puxei ela, a prensei na parede e a segurei pelo pescoço, apertado.
SOBERANO - Se fizer alguma coisa com ela, se olhar para ela de uma maneira que não me agrade, você vai morrer.
ANDREIA - Não consigo respirar.- Disse com dificuldade.
SOBERANO - É só um aviso.- Soltei ela e disse.- Agora rala, antes que eu mude de ideia.
Ela saiu chorando, mais não foi só tristeza que eu vi, havia também raiva, mais não fiquei com medo, ela não é louca.
Mais desci colocar alguém na cola da minha dama, só para a sua proteção, vou dar um carro a ela também, para não depender de mim.
Olhei o horário e desci ir até a associação, ver ela dançar. Chegando lá, ela demonstrava alguns passos para as mulheres, que a imitavam, mais não chegavam aos pés dela.
Mal posso esperar, para tê-la em meus braços, para ter ela todas as manhãs na minha cama e na minha vida.
#REBECA#
A semana passou voando, quase não tive tempo para respirar, com as aulas, tanto de dia, quanto de noite.
Durante a semana, todos falaram de um baile que iria ter na comunidade, e eu fui praticamente intimada a ir.
Então no sábado a noite, deixei a Juliana com a dona Vera, que estava amando ter uma neta, e fui junto com a Paula.
REBECA - Não fica nervosa, se não ele vai ter medo de continuar.
PAULA - Eu quero muito, mais se ele não sentir o mesmo?
REBECA - Claro que sente, você é um mulherão da p@rra, é só ficar calma, lembrar dos passos?
PAULA - Sim, hoje ele não me escapa.
REBECA - É assim que se fala, eu deixei a roupa no seu banheiro.
PAULA - Obrigado, você consegue voltar sozinha?
REBECA - Nem sei se eu volto.
PAULA - Que isso?
REBECA - Eu estou de folga, e pretendo tirar o meu atraso.
PAULA - Quanto tempo?
REBECA - Seis mesas, já devo ter voltado a ser virgem.
PAULA - Hoje é a nossa noite.- Disse parando o carro.- Vamos arrasar.
Saímos do carro e entramos na quadra, que estava lotada de pessoas, dançando e bebendo.
Naquela noite, eu queria me divertir, naquela noite, eu iria esquecer a Rebeca mãe, e ser a Rebeca mulher.
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Atualizado até capítulo 41
Comments
tuca
nao entendi nada ela naomqueria aproximacao agora quer ser virgem
2025-01-28
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tuca
ela nao depende de vc nao ela pode muito bem.ir a pe
2025-01-28
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Naomi
por que esses homens são tão idiotas em ?
2025-03-18
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