Paul
Dois malditos meses sem ver a minha menina pessoalmente, e eu fiquei como um louco, o meu irmão tinha razão, quanto mais eu me afastar mais difícil vai ser para esquecê-la.
E mais uma vez para provar que eu estou controle procurei uma mulher diferente todas as noites, dias, não tinha horário, o pior era que eu só dormia quando via a foto que ela tinha postado, e quando não publicava nada eu me contentava com as antigas.
📲- já chegou? – Natasha pergunta, ela sabe das outras que eu estava ficando mas não se importa porque isso já acontecia antes, eu nunca lhe prometi fidelidade, e ela tão pouco.
📲- sim, nos vemos mais tarde – aviso e desligo o telefone, ela quer uma acessória com umas influencer para a sua marca, eu sempre prestei esse tipo de favor a ela.
Subo o elevador cumprimentando as pessoas apenas com um meneio de cabeça quem passa por mim, sempre fui muito sociável, eu era o cara legal da dupla imbatível que Lincoln e eu éramos, mas uns três meses tudo mudou, eu admito isso.
- quem é vivo a casa torna – Lincoln diz entrando em meu escritório junto a Megan
- vivo? Uau – diz avaliando os meus braços – quer praticar fisiculturismo e não estamos sabendo? – brinca, mas eu apenas malhei para aliviar a tensão, quando sex0 não era o suficiente e eu não estou tão forte assim.
- pelo visto anda trabalhando muito bem a língua – digo e ela gargalha com um sorriso malicioso
- vocês são nojentos – Lincoln diz e recebe uma mensagem – depois vai até a minha sala
- pode deixar chefe – aviso e Megan fica me encarando
- você está diferente, continua idiota e não são músculos que vão me enganar, mas o que eu preciso te falar é, não sei o que está acontecendo com você e eu vou descobrir, mas a minha intuição me diz que esses músculos estão carregados de – ela inspira o ar e sorrir – culpa.
- vaza Megan – rosno e ela gargalha caminhando para a porta e isso me deixa ainda mais frustrado – vai perturbar o seu chefe.
Ainda ouço ela gargalhando e ouço a voz da minha secretaria que Frank e eu dividimos com outros funcionários.
- bom dia doutor Mason – diz vindo sensualmente em minha direção, eu sorrio malicioso, sim ultimamente eu me tornei um escroto, o meu p4u não se sacia mais e eu estou dominado por ele, ela chega até mim, eu afasto a minha cadeira e ela rebola em meu membro quando se senta em meu colo.
- sabe o que você precisa fazer para o meu dia ficar melhor senhorita Preston? – pergunto enquanto ela começa a desabotoar a minha calça, é sempre assim quando eu volto de viagem, e para a gente ficar de vez enquanto no trabalho eu não preciso estar viajando
- eu tenho uma ideia Dr Mason – diz mordendo os meus lábios, mas ela não me beija, eu a proibi tem um tempo para não se apaixonar e como trabalhamos juntos isso seria horrível para ela, tiro uma camisinha do meu bolso e entrego a ela, que se ajoelha e tira o meu p4u de dentro da cueca, depois coloca o meu membro na boca brincando com a minha glande, ela sorrir maliciosa para mim, e isso não causa mais do que uma fisgadas em meu membro, nada mais. Ela envolve o meu membro com a camisinha em seguida fica em pé, ainda sentado eu levanto a sua saia enrolando a peça na sua cintura e tiro a sua calcinha – não enrole Dr Mason, me com4.
- seu pedido é uma ordem senhorita Preston – digo e peço que se sente em meu membro, o que ela imediatamente faz com maestria, não demora muito Ruth começa a sentar como uma verdadeira deusa do sex0 mas eu não sinto nada, querendo logo acabar com isso eu peço para se deitar na mesa e empinar a bunda para mim, e ela faz sem demora, eu arremeto com força preciso jogar a cabeça para trás e sem querer a imagem da minha menina me vem a mente, é sempre assim, é dessa forma que eu consigo chegar ao ápice com ela em minha mente, eu estava tão concentrado imaginando Lilith que quando eu abaixo a cabeça e olho para a porta ela está lá como a porr4 de uma mulher perfeita, enfeitiçada e ao mesmo tempo enojada com a visão, no mesmo instante o meu p4u amolece saio de dentro da secretaria as pressas quando entendo que nada do que esta acontecendo aqui é fruto da minha imaginação – Li
- não se atreva a pronunciar o meu nome – avisa minha menina e o seu tom é firme, ela me olha com um certo nojo e nunca doeu tanto quanto dói agora, eu quero dizer alguma coisa, impedi-la que me trate assim, que eu posso fazer o que eu quiser na minha sala, mas não consigo, tudo o que eu sinto é vergonha e nojo de mim mesmo, do que ela acabou de ver – essa empresa é um ambiente familiar senhores, existem motéis aqui próximo se não se importam gostaria que fizesse o que estavam fazendo longe daqui, ou respeitem o ambiente em que outras pessoas trabalham ou passem no rh e peçam demissão.
Diz e sai, não sem me olhar com julgamento novamente, eu quero quebrar a porr4 da minha sala toda.
- quem ela pensa que é para falar assim com a gente? – Ruth diz e eu quero mandar ela para a put4 que pariu.
- ela é a dona, e ela tem razão Ruth, agora saia daqui – digo e ela me olha com a boca aberta não acreditando na minha atitude, assim que ela sai pego a primeira coisa que vejo pela frente e jogo na parede – merd4, merd4, merd4.
Grito várias vezes enquanto atiro as coisas sem pensar, mas um pouco penso sobre minha atitude e paro, o que ela estava fazendo aqui? Decidido vou em buscas de respostas.
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Atualizado até capítulo 60
Comments
Ana Maria
ultimamente kkkk sempre foi 🙄🤬
2025-02-07
0
Cleide Almeida
é tremendo escroto o Paul
2024-12-25
0
Gloria Katia Baffa
Eu gostaria que ela encontra-se um.homem que valoriza. Não ficaria com Paul.
2025-02-23
1