Paul
Vejo a menina que acabou de destruir a minha vida entrando em casa, merda eu não queria parecer arrependido, mas realmente não podia rolar nada entre nós. Eu a vi crescer, isso é errado, muito errado!
Sem contar que ela é a irmãzinha do meu melhor amigo, eu considero Lincoln um irmão, ele nunca me perdoaria por isso.
Quando chego em meu apartamento para piorar mais ainda a minha situação que já está indo de mal a pior, encontro Natasha esparramada em meu sofá, nós somos aqueles amigos de f0d4, quando não temos um encontro com alguém e estamos à toa somos o encontro um do outro para tirarmos o estresse do dia.
– O que faz aqui Natasha? – pergunto enquanto vou indo direto ao meu bar e viro uma dose de uma vez, ela vem em meu encontro e passa as mãos em meu peito desnudo.
– Pelo visto não foi só uma carona– diz avaliando o meu estado com a minha camisa com os botões arrancados – eu acho que a conheço de algum lugar, só não lembro de onde.
– Não, não conhece, e foi só uma carona– Ela não pode saber a verdade, minha amizade colorida é um pouco "curiosa" às vezes, então ela gosta de saber com quem estou – encontrei com uma vizinha assanhada no elevador, foi isso.
Desconverso indo para o meu quarto, ela me segue e se deita em minha cama, eu sigo direto para o banheiro, qual não é a minha surpresa quando vejo que em minha cueca branca tem um respingo de sangue, sinto o sangue sendo drenado do meu corpo, minhas pernas bombeiam, termino de me despir fazendo tudo no automático.
Durante o banho lembro de como a intimidade da menina proibida para mim apertava o meu membro com força, de como o seu gosto tomou conta da minha boca, parece que nunca tinha provado algo tão gostoso, nunca me senti tão completo como me senti nesses poucos minutos que estava dentro dela, com ela nos amando.
Desde o seu aniversário de dezoito anos quando me pediu um beijo e disse que um dia se casaria comigo porque ela me amava eu faço de tudo para não pensar nela, que merda de pervertido eu me tornaria? São quinze malditos anos de diferença, eu não tinha muito contato com ela durante a sua infância, mas não importa, quando ela nasceu eu já tinha f0did0 tanta mulher que era impossível contar.
– P0rr4 – grito e soco inúmeras vezes a parede do banheiro – Ela não podia ter feito isso comigo.
– Paul está tudo bem? – pergunta entrando no banheiro me achando estranho porque raramente demonstro alguma coisa.
– Está Natasha, se não se importa gostaria de ficar sozinho – aviso enfiando o rosto embaixo da ducha, tentando tirar a imagem da minha doce menina proibida dos meus pensamentos, mas é impossível.
– Ficar sozinho não é uma solução querido – diz se aproximando ficando perto o suficiente para tocar em meu braço – Eu posso ajudar de alguma forma?
Pergunta fazendo carinho em meu ombro, passo a mão em meu rosto secando a água enquanto desligo a ducha, Natasha é uma ótima companhia, sabe conversar quando necessário, nunca me questionou com quem eu saio e com quem deixo de sair, ela seria ótima para não me deixar cair em tentação novamente até porque se Lilith souber que eu tô com alguém ela nunca vai avançar o sinal de novo, assim eu nunca perderia a amizade de Lincoln e nem machucaria aquela menina.
Eu puxo Natasha para um beijo, ela vem de bom Grado, mas não tem o mesmo gosto doce como Lilith, o seu corpo é gelado, não é quente como o corpo que eu quero, as nossas línguas não se entrelaçam perfeitamente como o beijo lascivo que minha menina e eu trocamos no meu carro. Ela não é sua menina Paul Mason.
– Você está estranho – diz interrompendo o beijo quando eu não me empenho.
– Vai dormir Natasha não estou bem – não é uma mentira, realmente não estou bem, apenas me afasto, sinto o seu olhar em minhas costas, mas não me viro para ela novamente, vou em meu closet pego uma cueca boxer me visto e vou para o quarto de hóspede, me tranco e me deito na cama com a sensação de ter esquecido alguma coisa.
Poucas horas depois de muito tentar em não pensar na Lilith eu lembrei de algo, P0rr4 a camisinha, não usamos a maldita camisinha, eu nunca transei com ninguém sem o maldito preservativo, tinha que ter esquecido com ela? É Agora que eu morro, se não for de um infarto Lincoln vai arrancar a minha cabeça e jogar para os porcos.
Levanto em um pulo vou em meu quarto encontro Natasha dormindo em minha cama, não ligo muito sabia que ela dormiria aqui, visto uma roupa qualquer peguei as chaves do meu carro mais silencioso e saio de casa.
No caminho até a mansão nunca orei tanto para que ela tenha se lembrado da pílula do dia seguinte ou que ela faça uso do anticoncepcional, o que tenho quase certeza que não, já que ela era virgem. Virgem Paul, você tá f0did0.
Que ironia, outro dia estava dando conselhos para o meu amigo quando ele praticamente obrigou a minha irmã a tomar o pílula, olha eu aqui, em frente a mansão onde Lilith mora e com uma caixa de pílula do dia seguinte no bolso.
Droga me sinto um filho da puta escroto a cada passo que eu dou, principalmente quando é quatro horas da manhã e estou subindo as escadas de uma casa que não é minha entrando sem pedir permissão, eu tenho as chaves, afinal frequentei muito essa casa por muitos anos e sempre permaneci com uma cópia para emergência e essa é uma emergência.
Não posso bater em sua porta afinal, o quarto dá Elizabeth é o da frente, então entro assim mesmo espero que ela não se assuste e grite. Quando entro em seu quarto ela está descoberta com um baby doll da moranguinho, a cena deveria ser cômica se não fosse ELA.
Quanto mais eu me aproximo mais o meu coração fica acelerado e a minha respiração descompassada, de todas as mulheres que eu já fiquei porque eu tinha que sentir algo pela única que é proibida para mim?
– Paul? – indaga se sentando, só então percebo que eu me sentei ao seu lado e fiquei admirando o seu rosto sereno por muito tempo.
– Como sabia que era eu? – pergunto depois de engolir em seco e notar o quanto está linda mesmo com o rosto amassado.
– O seu perfume – diz envergonhada entrelaçando as mãos em seu colo – O que faz aqui Paul?
– Lilith eu – a encaro dessa vez sou eu que fico envergonhado, porém logo coloco a máscara de frieza que uso quando advogo, é necessário – Eu esqueci o uso do preservativo.
Quando os seus olhos ficam arregalados eu entendi que ela não faz uso do anticoncepcional muito menos tomou a pílula do dia seguinte, respiro fundo e estendo a caixinha para ela
– O que é isso? – pergunta franzindo o cenho ainda apenas encarando sem pegar a caixinha da minha mão.
– O que fizemos Lilith, foi errado – começo – Lincoln ficaria put0 e….
– E O que? – diz parecendo chateada – eu sou maior de idade Paul, Lincoln não tem que se meter com quem eu namoro ou não.
– Aí é que está Lilith, eu não namoro – ela me olha chateada droga me dói ver isso – Ainda mais com você, p0rr4 – me dou conta do que eu disse e me arrependo quando um tapa é desferido contra o meu rosto – Não foi isso que eu quis dizer Lilly
– Não me chame assim Senhor Mason – diz puxando a coberta para proteger o seu corpo do meu olhar, os seus olhos estão vermelhos, mas ela não ousa derramar uma lágrima, eu chuto minha bunda mentalmente por diversas vezes, ela me chamar de senhor doeu em mim – Não é isso que você acha? Que é velho demais para mim?
– Lilith – começo, mas não deixa eu nem desculpar
– Se levante e vai embora senhor Mason, não se preocupe eu tomarei a pílula se é isso que quer, se é isso que vai fazer com que você possa voltar a f0d3r com suas amantes tranquilamente – fala furiosa toma a caixa da minha mão, suas mãos tremem enquanto tenta abrir a embalagem – Droga
– Não precisa ser assim Lilith – Tento segurar em suas mãos, mas ela se afasta pegando uma garrafinha de água que tinha em sua mesinha de cabeceira, ela toma o remédio e a água de uma vez, me dói que ela esteja com raiva e que faça isso, mas é o certo, começar uma briga com o Lincoln não está em meus planos agora que a minha irmã está grávida.
– Satisfeito senhor Mason? – pergunta irônica – Agora vai embora.
– Vamos conversar Lilith, você está sendo infantil – me sinto um escroto após dizer isso e ver a forma como a tristeza toma conta dela – Você mentiu para mim, poderia ter dito que era virgem, p0rr4 Lilith
– Está se sentindo culpado? Se for apenas isso, pode tirar essa culpa da sua cabeça Paul. Eu quis, EU. Já fiz o que você queria, você já disse o que tinha para dizer, você pode estar arrependido, mas eu não, então saia, não temos mais o que falar um para o outro.
– Ei – tento me aproximar, mas ela estica as mãos me impedindo – foi melhor assim Lilith, quando você ficar adulta o suficiente vai entender que o que eu fiz foi o certo.
– Então obrigada por isso senhor– ironiza apontando para a porta, não posso insistir, pois se eu fizer vou acabar fazendo mais merda do que eu já fiz.
Não digo mais nada apenas saio com o coração tão despedaçado como o seu ficou antes de fechar a porta ouço um soluço seu, eu nunca vou ser merecedor do seu amor, quanto mais cedo ela entender será melhor, tanto para mim quanto para ela.
Quando estou descendo as escadas para o meu azar dou de cara com Elizabeth, ela me encara por alguns minutos eu não ouso nem respirar.
– Eu aprendi a nunca mais me meter na vida dos meus filhos, paul. E isso serve para quando Lincoln descobrir o que eu vou fingir que não vi, não sou eu quem vou contar, porque eu sei o quanto a relação dos três ficará abalada– diz segurando um copo com água, ela olha para o copo e depois para mim – Ele considera você um irmão que nunca teve, o meu marido considerava você um filho, então lembre-se disso quando magoar o coração da princesinha deles.
Engulo em seco quando ela passa por mim, coloca a mão em meu ombro e faz um carinho materno como quando antes eu me sentia um merda quando eu era excluído da família Mason.
– Você sempre foi da família, só não cometa erros como eu cometi, faça o certo Paul. – volta a dizer e se afasta, eu fico com a sensação de que eu já fiz o errado, com Lincoln e principalmente com Lilith.
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Atualizado até capítulo 60
Comments
Gloria Katia Baffa
Merda ela já fez!
2025-02-23
2
Cleide Almeida
ele fez nerds mesmo indo desta forma até lilith
2024-12-25
3
Nadir Silva Bragança
Amando ♥️♥️♥️
2024-11-28
1