Cap 8 parte Miguel 1
Me chamo Miguel Rodrigues de Araújo, tenho 33 anos, tenho 1,90 de altura , gosto muito de atividades física, gosto de me manter em forma, com músculos, assim boto medo na maioria dos bandidos magrelos.
Tenho um filho de 12 anos, tem o mesmo nome que o meu, que é a minha vida, minha única família, claro, tenho também pai e mãe e irmão vivo.
Mais não gosto de tocar nesse assunto, ficou para trás, larguei eles de mão pra fazer o que eu sei que é certo, troquei até o nosso sobrenome para ninguém nos achar, e me irrito quando tocam em algum assunto relacionado a isso.
Sou um policial honrado, não aceito suborno de ninguém, eu sempre gravo quando um bandido de merda vem querer me dar dinheiro pra soltar, eu pego o dinheiro e prendo o infeliz e mostro a filmagem e o dinheiro como prova
perdi a minha esposa, depois que prendi o chefe da gangue Bizarros, ele mandou matar ela e mandou o vídeo pra mim, um vídeo brutal, que não sai da minha cabeça, muitas vezes sonho com isso, acordo assustado.
Por isso nunca mais me envolvi com ninguém, nunca mais tive nenhum tipo de relação com mulher nenhuma, na minha vida só tinha a minha esposa, eu a amava muito, amo até hoje na verdade.
Acordo como todos os dias cedo pra levar o Juninho pra escola e ir pra delegacia.
Chegou na minha mesa, e tem um uma denuncia de um pai que estava mantendo esposa e filhoa em cárcere privado, mandamos autorização do juiz para poder prender o pai e liberar a família, sem autorização do juiz não podemos ir, se não é processo na certa, e o culpado acaba sendo vítima.
Ja passei por uma situação assim, e acabei me ferrando legal, e o cara matou a esposa grávida e as duas filhas, amarrando elas e tacando fogo na casa.
Sei que um dia a mais elas vão sofrer, mais não posso arriscar de acontecer novamente de mais um sair ileso e matar a família.
Chega na minha mesa também que o maldito fugiu da cadeia, eu fico irritado, ele não fugiu sozinho, com certeza molhou a mão de algum policial corrupto e saiu da prisão.
Maldito, mais eu o pego de volta, e vou fazer de tudo pra ir pra máxima.
Lendo todos os relatórios o dia passa voando, e vejo que já está na hora de ir embora, passo por todos ali dando tchau, e como sempre, a Lisa vem querendo se chegar.
Já cortei suas investidas tantas vezes, mais parece que não entende.
LISA
- Miguel, abriu um restaurante aqui perto, vamos lá comer algum dia.
MIGUEL
- não estou a fim Lisa, da licença preciso ir.
LISA
- para com isso Miguel, deixa eu me aproximar de você, quem sabe você não gosta do produto.
MIGUEL
- desculpa Lisa, já cansei de dizer e vou dizer mais uma vez, você não vai me ganhar pelo cansaço, tenha mais amor próprio e de suas investidas em alguém que te queira, eu não me interesso em você, nada em você me faz querer ter algo contigo, então para com isso, já está ficando feio pra você.
Ela me olha irritada, eu nem ligo, entro no carro e vou buscar meu filho na mulher que cuida dele.
Pego ele e levo pra casa, enquanto ele toma banho, eu faço a nossa janta, aqui sou eu pra tudo, já que o salário de policial não é tão bom, o trabalho é muito, mais o salário não.
Depois da janta, ele vai fazer as atividades, escovar os dentes, e ir dormi.
E eu vou tomar meu banho e dormi também, as vezes trago trabalho pra casa, mais ultimamente consigo resolver na própria delegacia e deixar lá mesmo.
No outro dia seria minha folga, trabalho dia sim dia não, mais com o tenho que ir prender aquele merda, faço questão de trabalhar.
Acordo e já faço minha rotina, deixo o Juninho na escola e vou pra delegacia pegar a autorização do juiz.
Depois que peguei, vou direto pro endereço, com minha equipe armada até o dente, vai que os traficantes locais querem fazer uma gracinha.
Mais eu chego a rua tá quase deserta, somente 3 carros pretos estão estacionado onde é a entrada da vila.
Seguimos o caminho, e quando chegamos na casa, tem vários homens de terno. Digo que sou da polícia e uma mulher aparece, saindo de um dos cômodos.
Ela é linda, mais o que está fazendo aqui?
Quando ela fala o nome dela, até me arrepio, Belmont, conheço esse nome, são uma família Bilionária, mais o que faz aqui nesse lugar imundo?
Levamos a mãe e as crianças pra delegacia, ela fica o tempo todo com a família. Até eles serem liberadas.
Fico intrigado com ela, e quando chego em casa e faço minha rotina, pego o computador e já vou pesquisar sobre ela e sua família.
E assim sigo a minha vida, investigando essa mulher e tudo que ela faz, até descobrir que ela está ajudando várias mulheres que sofrem abusos domésticos, muito nobre da parte dela, mais cadê os maridos que ninguém nunca mais ouviu falar?
Preciso confrontar ela.
Então vou até a sua empresa, vejo uma moça sentada, em uma mesa, que me olha com desejo nos olhos.
Reviro os olhos.
MIGUEL
- gostaria de falar com senhorita Belmont.
MONIQUE
- vou pergunta pra ela se o senhor pode entrar, normalmente ninguém entra sem está na agenda, só um minuto.
Ela fala com a patroa, e me mostra a sala.
Entro na sala e ela está de pé, vestida elegantemente como uma boa ceo, linda de matar, mais meu objetivo aqui é saber o que ela faz com os homens.
E com suas palavras eu fico mais confuso ainda, ela fala que só cuida das mulheres, e quando fala que eu tenho que fazer meu trabalho minha raiva sobe, mais não vou discutir com ela, se fosse um homem resolveria do meu jeito.
Saio da sala a alertando do que vai acontecer. Saio dessa empresa puto de raiva, quem ela pensa que é pra me afrontar desse jeito, só porque tem dinheiro acha que pode.
Ela tem dinheiro, mais eu sou a autoridade. Vamos ver senhorita quem pode mais.
Minha mãe me liga quase todos os dias, e mesmo eu não atendendo, ela não para de ligar. Pra mim é até um jeito de ela falar que está bem, vou me preocupar quando ela não me ligar mais.
Os dias se passa, e eu continuo meu trabalho, quando termina o expediente e vou buscar o Juninho na mulher que cuida dele, ele não está lá, ela disse que ele nem chegou, achou que ele nem tinha ido pra escola.
Me desespero e começo a procurar ele pela redondeza, vou pra casa, pra ver se ele foi pra lá e nada.
Fico desesperado atrás do meu filho, se ele tiver... Não, ele não pode pegar...meu filho também, eu mato esse desgraçado. Não vai mais pra cadeia não.
Depois de rodar a cidade toda, resolvo ir até a casa do infeliz, a minha última opção é que ele esteja lá dentro.
Chego já largando o carro de qualquer jeito, começo a gritar, implorar pra entregarem meu filho, os capangas do vagabundo vem tudo pra cima do portão pra fazer eu para de gritar, mais eu continuo mandando eles entregar meu filho, ele é tudo que eu tenho.
Por uma fração de segundo, vejo a senhorita Belmont entrando na casa, me mandando ficar em silêncio, mais eu continuo batendo, pra chamar atenção deles e não olharem para trás.
Se ela trazer meu filho de volta, eu paro de pegar no pé dela, paro de investigar sua vida.
Até que do nada o primeiro tiro é dado dentro da casa, e eu me apavoro, não podem ter matado meu filho.
Os cão de guarda vão correndo para dentro da casa, me deixando gritando lá fora sozinho.
Eu paro de gritar e começo a andar de um lado pro outro, impaciente, se ele matar meu filho, eu me mato aqui mesmo.
Mais ele me chama, e eu corro pra pegar ele, e ele vem correndo até a mim.
Já pego ele no colo levando ele por carro, deixo ele lá dentro e chamo a Ana pra vim também, mais escuto barulho de carro e ela se esconde atrás da árvore, travo o carro e me escondo também, e disparamos contra os carros que estão vindo.
Vejo que tem mais tiros vindo de trás de mim, e vejo umas mulheres e uns caras de terno, deve ser os seguranças dela.
Os caras foge, e ela faz um movimento com as mãos expulsando seus seguranças.
Quando ela vem até mim uma moto aparece do nada e da um tiro nela, eu congelo, disparo várias vezes contra o motoqueiro, e só paro quando cai, corro até a Ana que já está quase caindo no chão.
Vejo que foi de raspão, mais tem que cuidar porque está sangrando bastante.
Coloco ela no meu carro, e já me fala que não quer ir por hospital.
Vejo que o Júnior tá bem preocupado com ela, ele gostou bastante dela, até porque ele nunca me viu assim com mulher nenhuma além da sua mãe.
Ele sempre me pede uma mãe, mais eu não posso colocar outra mulher no lugar da Sarah, não posso trair ela desse jeito.
Em casa troco seu machucado, e ao sentir sua pele macia, meu corpo reage, tento me manter firme, não posso pensar nisso, não posso.
Ela resmunga que tá ardendo, mulher impressionante, reclamando do remédio e não reclamou na hora que levou o tiro.
E depois de muitos anos eu sorrio. É até estranho.
Pedimos pra ela dormir aqui em casa, ela diz que não quer incomodar, acho que é porque está acostumada com o luxo, mais ela já disse que não é, eu termino a louca e peço mais uma vez pra ela ficar, e como um ímã gigante, meu corpo vai sendo puxado pra perto do dela.
E assim, acontece nosso primeiro beijo, um beijo calmo com carinho, estou gostando, até mais do que eu devia, mais a lembrança da Sarah vem na minha cabeça, me fazendo sair do beijo e de perto dela.
Ela fica, e eu vou pegar uma roupa e tomo banho no quarto do Juninho, desço até a sala e me deito fecho os olhos e cochilo, até escutar passos na cozinha, ela se assunta quando pergunto se está procurando alguma coisa.
E merda, meu corpo reage de uma forma estranha, só de olhar pra ela com minha camisa, já faz o sangue do meu corpo ir todo pro meu p@u. Fecho nos olhos e pego a caixinha de remédios.
Refaço o curativo, mais não estou suportando ficar tão perto dela desse jeito, estou enlouquecendo com ela assim, seus olhos procuram o meu, e quando eu acho já era tarde de mais.
E depois do seu sim, grudo ela em um beijo,. Levantando seu corpo em cima da mesa, passo as mãos pela sua pele, e sinto o quão macia ela é, uma delícia, não quero sair daqui, encosto meu p@u várias vezes na sua b0ceta, ela está sem calcinha só pra piorar minha situação.
Estou preste a tirar o short e me enfiar nela, mais a lembrança da Sarah me atormenta mais uma vez, e eu paro.
Peço desculpas a ela, e quando ela diz que nunca ficou com ninguém, meu p@u da um pulo tão grande que eu nem sei explicar o porque.
E ela sai dali, me deixando sozinho, com um vazio enorme e um p@u duro.
Duro mesmo vai ser pra baixar ele agora, faz anos que ele não levanta, tô ferrado em dobro.
Vou pro quarto do Júnior tomar um banho gelado, a única solução pra esse problema agora.
Volto pro sofá e durmo.
Acordo e já vou chamar ela pra tomar café, preciso conversar com ela, mais a mulher já deu no pé.
Fico triste pós isso, vejo que ela deixou um bilhete agradecendo a hospedagem e o cuidado com ela.
Não fala nada do beijo, será que não gostou?
Merda.
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Atualizado até capítulo 71
Comments
Julia Santos
bem ela quer um hm uè
e vc nao está se encaixando nesse requisito
então deixa ela ser feliz
2025-02-21
2
Joelma Portela
Lisa é uma pessoa que nao se dar o devido valor, vive se oferecendo e sendo sempre descartada
2025-01-27
0
Fafa
Gostou sim Miguel, ela não gostou foi de saber que seu coração ainda está ocupado
2025-02-27
0