O dia passou voando e pouco antes da cirurgia, permitiram que Suzy fosse ver os bebês, San a empurrou na cadeira de rodas até a UTI Neo natal e quando entraram, eles viram Juliano dar um sorriso para eles.
San parou a cadeira de frente para a encubadora de Max, agora eles estavam em encubadoras separadas, por causa da condição de Max, ele havia apresentado desconforto respiratório e estava usando um respirador, Ele estava agora sem a coberta e sem a toca em sua cabeça, pois havia acabado de passar por alguns exames, Suzy olhou para ele sorrindo, vendo sua cabeça carequinha e a pele rosadinha. Sua mão o tocou suavemente enquanto ele dormia, e ela sentia a pele quentinha do bebê em sua mão.
Suzy: Você vai passar por um momento delicado Max, mas a mamãe vai estar te esperando viu, e os papais também, lá em casa tem uma irmãzona doida para te conhecer e tem um irmãozinho que vai ser seu melhor amigo.
San sorriu e completo.
San: E tem um cachorrão sapeca.
Suzy: Sim, tem mesmo, todo mundo está te esperando, então seja forte meu menino.
Juliano nada disse, apenas ficou observando, Suzy ficou ali, fazendo carinho em Max até que a enfermeira o levou, arrastando a encubadora para fora dali.
Só quando ela desapareceu pela porta, Suzy se virou para Sarah, a bebê estava acordada, seus olhos pareciam atentos, Suzy tocou seu rostinho, que era a única parte descoberta, pois ela ainda estava enrolada na cobertinha.
Suzy: Oi Sarinha, a mamãe está feliz em te ver bem, você também tem que ficar forte para a gente ir para casa viu.
A enfermeira se aproximou deles e sorriu com a cena, vendo Sarah fazer uma careta de quem ia chorar.
Enfermeira: Ela está com fome, quer tentar dar o peito mamãe?
Suzy: Claro, posso pegá-la?
Enfermeira: Pode sim.
Juliano: Eu ajudo amor, assim você não se levanta.
Juliano levantou e pegou Sarah com cuidado, deu a volta e entregou nos braços de Suzy, que a segurou e abriu o botão do pijama, expondo seu seio e a encaixando para mamar, Sarah imediatamente começou a sugar, e Suzy sorriu com a sensação e a felicidade de vê-la mamando, Suzy sabia da importância que aquilo tinha, tanto para seu desenvolvimento e também pelo afeto.
San: Eita, que fome Sarah.
Eles riram juntos e ficaram ali, olhando a pequena mamar, nada no mundo parecia mais interessante e lindo do que aquele momento, mas ao mesmo tempo em que eles curtiam e tiravam fotos, o coração deles estava apertado, a preocupação com Max na cirurgia os deixava aflitos.
Após amamentar, Suzy voltou para o repouso no quarto e após o jantar, os três que estavam no quarto aguardando, viram o médico entrar e avisar que a cirurgia havia acabado e que estava tudo bem, que dentro de algumas horas, Max voltaria para a Neo natal, pois ele estava em observação em outro quarto, isolado.
O alívio que eles sentiram era enorme, Suzy chegou a chorar e foi amparada por seus maridos, que deitaram com ela na cama, a pedido dela e os três se espremeram ali, juntos e agarradinhos, um confortando o outro.
Max ficou a noite toda isolado, pois os médicos queriam evitar que ele tivesse algum tipo de infecção, mas pela manhã, quando Suzy estava novamente amamentando Sarah, ela viu eles entrando com Max na encubadora, que agora estava fechada, ele ainda estava apenas de fralda e Suzy olhou para ele, vendo o curativo em seu peito, diferente de quando Suzy o viu no dia anterior, Max agora estava acordado, e assim como Sarah, ele exibia seus olhos azuis, porém um pouco mais escuros que o da irmã.
Suzy: Oi Max, a mamãe está tão feliz que você chegou, e orgulhosa que você é um menino forte, agora vai se recuperar e vamos fazer muita bagunça lá em casa.
Suzy olhava para ele se mexendo e sorria, feliz por estar ali com seus bebês.
Juliano e San, avisaram a todos que estava tudo bem e enviaram fotos, deixando todos encantados e aliviados.
Suzy ganhou alta e foi para casa, apenas para matar a saudade de Hanna e Luan, mas pouco depois voltou ao hospital, onde ficou acompanhado os bebês.
Sarah ganhou alta depois de duas semanas, mas Max precisou ficar, ainda não havia ganhado peso suficiente e o pulmão ainda precisava se fortalecer mais.
Com isso, os três precisavam se desdobrar ainda mais, revezando em levar Suzy diversas vezes ao hospital para amamentar o Max, os médicos deram a opção dela tirar o leite para eles mesmo darem na mamadeira, mas Suzy fazia questão de ir dar o leite pessoalmente, sabia que esse contato era importante para ele a para Max, que ganhou alta oito dias depois de Sarah.
A casa estava um caos, brinquedos jogados, Hanna birrenta e chorona de ciúmes, Luan começando a engatinhar e colocando tudo que via na boca, e os gêmeos para cuidar.
Mas eles no meio dessa bagunça estavam feliz, tinham uma família grande e linda, e muito amor para dar.
San sentou no sofá depois de colocar Luan e Hanna para dormir e olhou os brinquedos no chão da sala, ele viu Juliano sentar ao seu lado e encostou a cabeça em seu ombro, sorrindo feliz, mesmo estando cansado do dia cheio que tiveram.
Juliano: Sabe o que a Suzy quer?
San: Não, ela só disse para que esperar aqui, pelo jeito falou isso pra você também.
Juliano: Sim, está cheia de mistério.
San sorriu e se virou, beijando Juliano, ele sentou em seu colo, deixando as pernas uma de cada lado e foi subindo suas mãos pelo peitoral de Juliano, até abraçá-lo, o beijo foi ficando mais urgente, mas foi interrompido pelo som dos saltos pelo corredor.
Eles olharam na direção do corredor e viram Suzy, em um camisola de seda com renda branco, orelhas de coelhinha e um salto branco em seus pés, ela sorriu para eles e mordeu a boca, os olhando de forma sexy, ela deu um giro e eles viram que na camisola, havia preso um rabinho de coelho, e quando ela ficou de frente novamente ela fez um gesto de vem com o dedo indicador.
Suzy: Acabou o resguardo gostosos, a coelhinha aqui está pegando fogo.
Juliano riu gostosamente e San se levantou, os dois durante o resguardo davam umas escapadas e se satisfaziam, mas sentiam a falta dela também.
Eles viram ela ir para o quarto e foram atrás, doidos para matar o desejo.
Mas quando entrou no quarto, o celular de Juliano tocou, ele viu que era seu advogado e para ele ligar aquela hora, coisa boa não era.
Juliano: Preciso mesmo atender.
Ele saiu do quarto, indo para o escritório e atendeu a ligação, ouvindo atento e sem acreditar no que o advogado falava.
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Atualizado até capítulo 29
Comments
Expedita Oliveira
Você sempre arrasando e sempre nos surpreendendo... Parabéns minha querida. Amando ❤️❤️❤️❤️❤️❤️❤️❤️❤️❤️❤️❤️❤️❤️❤️❤️❤️❤️❤️❤️❤️❤️❤️❤️❤️❤️❤️👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏🌹🌹🌹🌹🌹🌹🌹🌹🌹🌹🌹🌹🌹🌹🌹🌹🌹🌹🌹🌹🌹🌹🌹🌹🌹🌹🌹🌹🌹🌹
2023-11-07
2
Socorrinha Lima
Ops oque aconteceu, Hammmmm
2023-08-22
1
Mara Melo Oliveira
Me desculpe autora , a sua história é maravilhosa 💕 mas eu não suporto a Suzy ,
2023-07-18
1