Natália Capítulo 11

Escuto meus amigos pedindo para eu ficar. Isso me fez mais forte para lutar para acordar. Graças a Deus eu finalmente acordei e as primeiras pessoas que eu vi foram o Grego e o Nathan. As meninas

vieram me abraçar. Elas me levaram e quando eu ia fazer a ressonância, desmaiei. Passei por uma transfusão de sangue e o Nathan que foi meu doador. Me levaram para o quarto. O Nathan não saiu do meu lado para nada. Confesso que estou ainda mais apaixonada por ele. Estou com medo de dormir e não conseguir acordar.

Nathan fala que eu não preciso ter medo, que ele vai estar do meu lado quando eu acordar e que eu poderia dormir tranquilamente. Fecho meus olhos e durmo segurando a mão dele.

Acordo no dia seguinte. Olho para o lado e vejo o Nathan dormindo. Estou segurando sua mão ainda. Faço carinho e ele levanta a cabeça para me olhar.

Terror— Bom dia, ruiva. Como você está?

Ele se levanta, vai para o banheiro e volta minutos depois. Me abraça e me beija e que beijo! Ele faz carinho no meu rosto.

Natália— Bom dia. Eu estou bem, amor. — Falo com a voz fraca ainda. Merda, chamei ele de

amor. Será que ele vai ficar bravo?

Terror— Você me chamou de amor? Eu escutei direito, ruiva? Repete, vai. — Ele abre o sorriso mais lindo que já vi.

Natália— Eu pensei que você ia ficar bravo. Sim, eu chamei você de amor.

Ele me beija mais uma vez. A porta do quarto é aberta e entram Pamela, Grego, Érica e o VK. Os meninos me dão um beijo na testa e as meninas me abraçam. Elas me avisam que vão me levar para fazer uma ressonância magnética depois que eu tomar meu café.

Natália— Meninas, me ajudem com o banheiro.

Vejo o Terror olhar para os meninos e eles saem do quarto. Érica foi com eles e quem ficou no quarto foi Pamela e o Terror. Pamela discute com o Terror que vai me ajudar no banheiro. Eles só podem estar de brincadeira com a minha cara. Era só o que me faltava, eles brigarem pra ver quem vai me ajudar a tomar uma droga de banho. Me levantei devagar da cama. Tento ficar de pé, mas é em vão, porque eu estou fraca e quase caí. Terror me pega no colo. Ele é doido, meu Deus! Ele passou por uma cirurgia e está pegando peso. Ele me leva para dentro do banheiro e me coloca sentada na cadeira e tenta me ajudar a tirar a camisola. Ele só pode ter batido a cabeça. Estou morta de vergonha. Não vou ficar só de calcinha na frente dele.

Natália— Para agora, Nathan. Primeiro, você não pode estar pegando peso e segundo, você pode esperar lá na porta, por favor?

Terror— Você não é tão pesada assim e não vou deixar você sozinha. Está fraca e se você cair ou desmaiar?

Natália— Mas Nathan, eu só estou de calcinha. Estou com vergonha.

Terror— Vamos fazer assim. Eu desamarro a camisola para você e viro de costas até você terminar o seu banho. Depois eu dou sua camisola que a Pamela trouxe e sua roupa

íntima. Pode ser?

Natália— Pode ser, amor. Eu espero que a doida Pamela tenha me trazido uma roupa

comportada.

Terror— Eu também espero. — Ele ri, desamarrando a minha camisola e vira de costas para mim.

Tiro a camisola do hospital, liguei o chuveiro e tomei banho. Lavo meus cabelos, desligo o chuveiro e me levanto devagar para eu me enrolar na toalha. Terror, ainda virado, vai entregando minha roupa. Coloco a minha calcinha de renda na cor preta, o sutiã e de renda também e visto a camisola que é a mais comportada que eu tenho. Graças a Deus a Pamela pegou a certa.

Natália— Já pode se virar, Nathan.

Terror— Prefiro quando me chama de amor. — Ele se vira e fica me comendo com os olhos.

Ele segura na minha cintura e me ajuda a voltar para o quarto. Ele me ajuda a deitar na cama e vejo que a enfermeira deixou meu café da manhã na mesinha. Terror vai até a mesinha, pega a bandeja e traz, colocando no meu colo. Eu começo a comer.

O Terror está comendo junto comigo. Terminamos de comer. As meninas mais uma vez entram no quarto para me levar e fazer os exames que eu não pude fazer ontem. Chegamos na sala de ressonância, me deito na maca e fico dentro daquele tubo. Estou aqui dentro já tem alguns minutos e estou agoniada de ficar aqui. As meninas falam que meu exame acabou e que deu tudo certo comigo.

Volto para o quarto andando devagar para fortalecer minha perna. As meninas vão ao meu lado o tempo todo. Entramos no quarto e o Terror briga com as meninas por ter deixado eu andar.

Natália— Amor, eu tenho que andar para fortalecer minha perna. Fiquei quase um mês deitada sem se movimentar.

Terror— Tá bom, ruiva.

Uma semana depois…

Graças a Deus vou voltar para casa hoje. Não aguento mais ficar no hospital de repouso. Terror já

está melhor, mas vai ficar mais uma semana de repouso comigo em casa.

Saímos do hospital quase sete horas da noite. Grego foi nos buscar com o carro do Terror, entramos e carro e Grego começa a dirigir. Chegarmos de frente da casa do Terror e os

vapores dele abrem o portão da garagem. Saímos do carro e entramos em casa.

Vou andando devagar até a escada para subir pro quarto, quando o Nathan me pega no colo e me leva para o quarto. Já falei para ele parar de me pegar no colo, mas parece que entra no ouvido e sai no

outro. Ele entra no quarto e me coloca na cama com cuidado.

Me levanto e vou para o banheiro. Quero tomar um belo banho e relaxar um pouco. Depois de quase meia hora, saio do banheiro

só de toalha.

Vejo o Nathan deitado me olhando. Vou para o closet e escolhi um baby doll mais provocante. Visto um que é de renda na cor vermelha, passo um pouco de perfume e volto para o quarto e

vejo o Nathan sentado na cadeira sem camiseta. Esse homem não sabe o quanto é gostoso. Olho para os seus pontos e graças a Deus já caiu a maioria. Ele me disse que assim que estiver complemente bom, vai fazer uma tatuagem para cobrir a cicatriz da cirurgia. Falei com ele que também queria fazer uma. Ele protestou comigo, falando que não era pra mim a fazer nada.

Natália— Vai sonhando, Alice que não vou fazer. Na verdade, eu tenho um tatuagem de

borboleta.

Ele me olha sem acreditar, se levanta e vem andando até mim, me deita na cama e fica por

cima de mim.

Terror— Tem é? Onde?

Natália— Cê acha que vou falar onde? Vai ter que descobrir — É ruim que vou entregar onde é minha tatuagem.

Ele começa a me beijar, alisar meu corpo, se levanta e me olha.

Terror— Não posso continuar, ruiva. Não quero que sua primeira vez seja assim. Vou tomar um

banho.

Ele entra no banheiro. Eu fico sem entender nada. Como assim não pode fazer? Mas eu quero.

Me deito na cama. Minutos depois, ele sai do banheiro, vai para o closet e volta só de bermuda. Ele deita do meu lado me puxando.

Terror— Ruiva, sexta tem baile e você vai me acompanhar, tá?

Natália— Tá bom, amor.

Ele me beija, faz carinho nas minhas costas e acabo dormindo.

Acordo no dia seguinte nos braços de Nathan. Me levanto com cuidado para não acordar ele, faço minha higiene e saio do quarto. Vou para a cozinha e vejo a Dona Maria preparando o café da manhã. Vou até ela e a abraço.

Dona Maria— Menina Lia, que bom que vocês voltaram. Já está melhor?

Natália— Estou bem, Dona Maria. Estou com fome — Dou risada.

Faço uma bandeja de tudo um pouco e levo para o quarto. Nathan continua na mesma posição. Coloco a bandeja no criado-mudo e vou até o Nathan. Subo em cima dele e dou vários

beijos no rosto. Ele acordou e me virou ficando em cima de mim. Deu pra sentir que ele já está duro feito rocha. Ele me beija e sinto um gosto de pasta de dente de menta. Ele já estava acordado. Safado.

Natália— Eu estou com calor, amor — Falo baixo para ele não escutar, mas parece que foi em

vão.

Terror— Quero fazer algo com você. Vai aliviar mais seu calor, até nós fazermos amor.

Ele tira a parte de cima do meu pijama. Estou sem sutiã. Ele ficou me encarando e isso só me deixou com mais vergonha. Ele me diz que eu sou muito linda, me beija e vai descendo devagar. Beija meu pescoço, vai até meus seios e dá um beijo em cada um. Sem que eu espere, ele abocanhou meu seio direito e vai massageando o outro. Eu gemi em resposta do que ele está fazendo. Não sei o que está acontecendo comigo. Ele para de chupar meu seio e vai descendo sempre olhando para mim. Abre minhas pernas e fica no meio delas. Ele sorri para mim e rasga meu short. Olho para ele brava.

Natália— Era meu pijama favorito, Terror. — Eu disse meio manhosa.

Ele diz que compra outro e quantos eu quiser, mas vai sonhando, Alice. Do nada, eu sinto ele enfiar um dedo bem devagarinho no meu clitóris. É tão bom que eu agarro o lençol e gemo baixinho para ele não escutar, mas parece que foi à toa. Ele fala que eu sou gostosa e eu mordo os meus lábios. Ele ri baixo sempre olhando para mim. Continua estimulando meu clitóris.até ele meter logo a língua e começa a me chupar com força. Eu não me aguento e seguro ele pelo cabelo. Acabei gemendo o nome dele.

Terror— Geme mas meu nome, ruiva.

Eu ri baixo com o incentivo dele.

Natália— Ah, Nathan.

Sinto uma coisa estranha se formando dentro de mim. Eu estou tentando meu primeiro orgasmo. Não me aguento e grito o nome dele, que me lambeu até não sobrar nada do meu orgasmo. Eu o puxo para cima. Quero sentir ele todo dentro de mim. Quero que minha primeira vez seja hoje com ele.

Natália— Amor, eu quero fazer amor com você agora.

Terror— Quero que sua primeira vez seja especial, ruiva.

Natália— Já está sendo, amor. Não me deixa com vontade, Nathan.

Acho que eu disse o incentivo para ele, porque ele se levantou, tirou a bermuda e a cueca box dele. Meu pai, como será que vai caber tudo aquilo em mim?

Ele some em cima de mim, me diz que vai devagar e que se doer é para eu avisar. Ele coloca só a cabeça na minha entrada e vai forçando. Ele para e olha para mim e pergunta se eu confio nele. Respondo que sim, com toda minha vida.

Ele entra em mim com força, me fazendo gritar de dor e empurrar ele, que se deixa sobre mim e

me abraça. Lágrimas escorrem pelo meu rosto. Isso dói demais.

Natália— Está doendo, Nathan — Eu falo baixinho.

Terror— Já estou dentro, ruiva— Ele disse no meu ouvido.

Sinto que a dor vai passando. Peço pra ele se movimentar. Ele faz um movimento de vai e vem. Isso já é o suficiente para eu gemer. Me sinto completamente preenchida com ele todo dentro de

mim. Ele morde de leve meu seio e aumenta o ritmo das estocadas, colocando com força e fundo dentro de mim. Eu sinto um bolo se formando dentro de mim e acabo gozando no pau dele, apertando com força. Logo em seguida, ele também goza. Ele sai de dentro de mim com cuidado e me puxa para o seus braços, perguntando se ele me machucou. Respondo que não. Foi melhor do que eu imaginei. Nós nos levantamos e vejo que o lençol está sujo de sangue. Tiro e coloco no cesto de roupa e vamos para o banheiro tomar um banho juntos. No banheiro, rolou um segundo round. Depois do banho, tomamos café e ficamos assistindo filme juntos até a Pamela entrar no quarto sem bater.

Pamela— O almoço está pronto. Vocês precisam comer agora.

Ela sai do quarto. Nathan e eu descemos para a cozinha de mão dadas. Almoçamos e passamos a tarde na sala assistindo Batatinha Frita 1,2,3. Sério, é muito pesado. Só se vê sangue e tiro na cabeça das pessoas. Deus é mais. Já estava quase escurecendo quando Grego, Pamela, VK e a Érica entram na casa. Nós combinamos de passar a noite ali assistindo filme. Os meninos escolheram um filme de terror chamado It, A Coisa. Ô filme feio! Eu nunca tive medo de palhaço desde o começo, agora eu estou tendo, viu? Cada vez que o palhaço aparece, as meninas e eu gritamos. Os meninos só ri, nós fizemos brigadeiro e pipoca e comermos e acabamos todos dormindo na sala.

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Comments

Boravercuriosa🌹🌪️

Boravercuriosa🌹🌪️

Mais gente, foi o próprio que falou que ela devia chamar ele assim.🤔🤔😂😂

2025-04-03

0

Maryan Carla Matos Pinto

Maryan Carla Matos Pinto

a história é boa,mas tem capítulo repetido

2025-03-30

0

Marta Hedwig Schley

Marta Hedwig Schley

tô gostando muito da história

2025-03-24

0

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