Vincenzo– Liz….
Não acredito e ele mesmo o Vincenzo, ele veio me salva? só não consigo chorar de felicidades, porque as lágrimas congelam quando caem, me sinto fraca, meu corpo dói, ele me alcança e me segura já que estou quase caindo.
Vincenzo– Liz, como sair assim de casa? Você me deixou tão preocupado, tento falar carinhosamente, mas acabo sendo grosseiro.
Liz– desculpa, não sabia que isso ia acontecer, falo chateada por fazer essa burrada, se ele quiser me xingar não vou fala nada já que fui burra o suficiente para me perder aqui.
Olho ela triste e fraca com o frio, toco nas suas roupas e sinto que estão enchacadas, me viro e mando ela subiu nas minhas costas, ela pensa um pouco, mas acaba aceitando, sempre malhei e peguei muito peso, então para mim, é fácil carregár-la, ela segura firme, seu toque me deixa estranho uma sensação deferente, vou caminhando com ela em minhas costas e o vento aumentar ficando bem forte e fico preocupado.
Vincenzo– Liz, vamos ter que ficar na cabana, tudo bem para você? Pergunto com medo dela acha que quero fazer algo com ela e logo ela responde.
Liz– tudo sim!
Então aumento os passos até a cabana, faz tempo que tinha vindo aqui, geralmente o meu pai pede que limpe de mês em mês, só que a cabana não fica ninguém e nem funcionários, olho ela logo a frente, a Liz pelo jeito dormiu, chego na cabana pego a chave que fica em cima da plantinha, abro a porta e entro, pego o meu celular para clarear as coisas, levo a Liz para cama colocando ela com cuidado para não acordá-la, sento só seu lado e coloco uma mão na sua testa e reparo que ela está bem quente, droga, ela deve está com febre e agora, preciso aquecer a cabana, corro pego as madeiras que ficam no pequeno deposito, pego para colocar na lareira e depois acendo, preciso tirar as roupas molhadas dela, como vou fazer isso, fico me xingando pelos pensamentos maliciosos de imaginar ela nua, tiro com cuidado todas roupas dela começando pelo casaco, botas, meias, luvas, a calça e por final a blusa, deixo ela só com as roupas íntimas, tento não admira seu corpo, mas quando olho pecebo que ela e perfeita, preciso vesti algo seco nela, olho a minha volta e lembro de ter visto roupas aqui do meu pai, encontro uma caixa com roupas e pego uma camiseta e visto nela cubro com o lençol que tem lá na cama, toco no seu rosto e sinto ela com febre, preciso acha alguma coisa para diminuir essa febre, vasculho tudo até encontra uma caixinha que fica os remédios, pego água e amasso o comprimido até ficar liquido, assim será fácil fazer ela bebe, dou o remédio e deixo ela descansar, então vou tirar as minhas roupas molhadas, preciso coloco para secar também, já que vamos precisar para ir embora.
Liz Cooper
Sinto o meu corpo dolorido, e um frio sem fim, começo a me tremer despertando aos poucos e olhando o lugar estranho que não conheço, então lembro estar perdida e lembro do Vincenzo.. olho embaixo das cobertas e vejo que estou só de camiseta, como vestir isso? Olho o homem à minha frente sem camisa, o que ele fez comigo? ele se vira vestindo a camiseta e me olhar bem intenso, o seu olhar queimar a minha pele.
Liz– o que está acontecendo? pergunto atordoada.
Vincenzo– você acordou? Vou até ela e percebe ela tremendo sem parar, sento do seu lado e seguro na sua mão, mas ela tira rápido me olhando com medo.
Liz– o que você fez comigo?
Vincenzo– não fiz nada Liz, eu juro, carreguei você para cá, não tive escolha em tirar as suas roupas e vesti essa camiseta, você ia morrer se deixasse com as roupas molhadas, aponto para as roupas secando do lado da lareira– você estava com febre, então dei um remédio, nada mais, eu juro! me sinto magoado por ela me acusar assim.
Liz– desculpa, reparo que ele fica sério com a minha acusação, não gostei de ser despida por ele e sabe que ele me viu nua, isso estava me deixando desconfortável, só que ainda sinto o meu corpo dolorido e um frio que não consegui parar de tremer ele se aproximar de mim me olhando nos olhos.
Vincenzo– você precisa confiar em mim, Liz, prometo não fazer nada com você, tiro as minha calça, ela olha assustada, mas não fala nada, deito do seu lado, puxo ela para o meu corpo, abraçando e ficando cara a cara com ela, debaixo do lençol ela fica coladinha no meu corpo, eu aperto bem os meus braços na sua cintura, olho a sua surpresa e as suas bochechas ficam vermelhas, o seu olhar de gata assustada e inocente, ela se arrumar no meu corpo sentindo que a tremedeira diminuiu com o calor dos nossos copos.
Liz– Obrigada, no momento que ele me puxou para seus braços eu não conseguia raciocinar, o seu toque na minha cintura o seu cheiro e o seu corpo no meu, isso tudo está me fazendo sentir coisas que não imaginava existir, olho os seus olhos azuis atraentes me olhando, o seu rosto tão próximo do meu, mesmo tremendo de frio, nunca senti isso, meu coração acelera, me sinto quente, então me arrumo mais nos seus braços, cada vez mais sinto algo na minha intimidade, algo encostando lá, mas era gostoso sentir isso, que queria sentir mais.
Vincenzo– Liz, por favor, não se mexa assim, não sou de ferro, não sei se consigo me controlar tanto assim perto de você. Falo afastando o meu membro dela, que já pulsava de desejos, não posso me entregar a esse desejo, ela é inocente e não é certo me aproveitar desse jeito.
Liz– então, porque me olha assim, o frio já tinha passado, agora só sentia era algo novo e excitante, o desejo de senti ele me beijando e tocando o meu corpo era uma coisa que nunca senti na vida, olho os seus lábios e encostou os meus no dele a sensação de senti ele nos meus lábios era algo novo e estava gostando muito, só que ele parecia não me corresponde e fica imóvel, então me afasto chateada.
Vincenzo– Liz, você não sabe o quanto eu quero beijá-la, só que se fizer isso não sei se consigo me segurar, falo segurando ela pela cintura, já que ela se afastou chateada.
Liz– eu quero saber como é beijar alguém?
Olho frustrado, ela nunca beijou ninguém, mas será que é só mesmo uma curiosidade de beijar alguém, ou ela sente essa atração que sinto por ela também? Droga o que eu faço, não penso nem duas vezes, puxo com força ela e dominó os seus lábios delicados e macios, a sua respiração aumentar, então beijo-a e vou invadindo com a minha língua, no começo ela parece estranha, mas, depois me corresponde seguindo o meu ritmo, ela é tão doce, vou apertando ela contra o meu corpo e beijando cada vez mais, ela me acompanhar com o beijo, o meu corpo pede mais, o meu membro latejar de desejos, me sinto perdido.
Vincenzo– Liz... precisamos para.. falo com a voz rouca de desejo e continuo beijando mais e mais….
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Atualizado até capítulo 68
Comments
Arlete Fernandes
E amigo melhor parar ou não se fizer algo será obrigado a casar com ela e aí vão ser felizes!
2024-11-04
0
Rita Silva
Eita lasqueira!!! E, agora??!!! O q vai acontecer depois de 🔥🔥🔥🔥 todo??!! 🤔🤔🤔
2024-06-03
4
Tania Loz
eita 🔥 🔥 🔥 🔥 🔥 e agora Vincenzo
2024-03-06
1