As mulheres levam a comida para outro lugar, fico admirando o lugar, do outro lado da cozinha ficava a parte de trás, dava para ver uma cidade não tão distante, fiquei animado para desbravar aquele lugar, a NASA ficaria morta de inveja de me. Quem sabe quando voltar para terra não escrevo um livro daqui é o vendo para ser um escritor famoso. Devo levar algum artigo precioso para suprir minhas despesas, o dono do apartamento deve jogar meus pertences fora ou vende-los para pagar a dívida. Lembro do ouro que aquele homem prometeu seria o suficiente para pagar meus devedores?.
_Senhor a mesa está posta entre._ Chama Nabi.
Segui a mulher até uma mesa no jardim, o homem estava servindo uma bebida quando cheguei, ele parou somente para ir até me. Nabi ficou longe o bastante.
_Gostou da residência?_ perguntou tentando suavizar a voz mais falhou.
_Sim.
_Ótimo vamos comer_ ele puxa uma cadeira para me sentando a meu lado.
Nabi nos serviu com a cabeça baixa. Ele não parava de encarar meus movimentos.
_Diga se não gostar de algo.
_Esta tudo ótimo apesar de nunca ter comido algo parecido. Estive observando o preparo_falo apreciando a carne.
_Estava na ala de preparar refeições? com os servos?_ arqueia sua sobrancelha surpreso.
_Qual problema?_ indago.
_Senhores da casa não tem bom relacionamento com os servos_ diz muito natural.
_De onde venho tratamos as pessoas iguais, não vou mudar meus hábitos.
_Como desejar, só achei estranho, outros também acharão. Quero que esteja ciente do nosso costume.__ explicou demonstrando preocupação em me fazer entender o aspecto cultural.
Voltamos a comer silenciosos, reparei que ele comia muito, diferente de me que não suportou devorar as carnes postas no meu prato.
Também para manter o corpo daquele uma coxa do animal não seria suficiente. Mas ele tinha modos de um nobre na mesa.
_Retire a mesa, vou dar um passeio com meu companheiro._ disse estendendo a mão para que o acompanhasse.
Levantei, segurando sua mão. Ele vestia roupas leves, uma calça folgada preta e uma blusa longa para baixo dos joelhos da mesma cor, é um sobretudo cinza.
Giou me para a entrada da casa, seguimos um caminho até um precipício de onde o mar batia as ondas.
Ficamos admirando a vastidão do mar, até o sol se por. Três lindas luas apareciam na penumbra, desenhando no céu. As estrelas pareciam ter luz própria pois pintava nossos corpos de pontilhados.
_Tem algo igual na terra?_ perguntou alisando meu rosto.
_Não_ respondo hipnotizado.
Ele aproximou mordendo minha orelha, não consegui afasta-lo, meu corpo parecia reagir inibindo meus pensamentos de impedir sua aproximação. Senti sua língua áspera lamber meu pescoço até a clavícula, trabalhou ali até se sentir satisfeito. Não tardou a agarrar meus lábios como um pedaço de carne, degustando a vontade. Meu corpo petrificado só observava seus movimentos, algo estava errado comigo, não deixaria toca tão leviano em me na primeira noite em sua casa.
Soltando meu lábios vermelhos, abriu minha blusa sugando os mamilos até deixar sensível, sugou minha barriga, alisando minha intimidade com a mão livre, por cima do tecido. Eu soltei gemidos involuntários, suas mãos trabalhavam em pontos estratégicos juntamente com sua língua.
Não queria importar com o efeito daquele e
selvagem em mim, o mater longe significava ter minha passagem de volta a terra.
_Nn-ão autorizo que me toque.... você prometeu!!
Ele pareceu não se importar com o veredito, mas parou de tocar ao sentir minha calça molhada pelo tecido.
Levantou meu corpo com facilidade retornando para a residência. Mantive a cabeça escondida ente seu pescoço largo. Até ser jogado no quarto que Nabi apresentou como meu.
Ele retirou algumas peças ficando apenas com as partes de baixo coberta com um tecido. Pôs se a meu lado, abraçando meu corpo por trás.
Custei a dormir, o céu lá fora não estava totalmente escuro, era como um crepúsculo pela manhã.
Senti uma língua brincar com minha orelha, virei de imediato.
_PARE...seu gorila!!
Ele levanta as sombrancelha.
_Esse não é meu nome! Seth é...
_Não me importo, só quero que não toque!_ esbravejo.
Seth virá pegando algo em uma gaveta secreta na parede.
_Vi esse costume do seu povo, ajuda a dormir._ aponta para uma tela transparente que passava um filme romântico com o namorado acariciando a protagonista.
Suspirei frustado, de onde aguele bruto tirou essa informação chula?
_Não vai funcionar, meu problema é a diferença da noite da terra com esse lugar.
Seth observa lá fora concordando em silêncio. Meche na tela transparente fechando as grossas cortinas. Ficou uma escuridão assombrosa, e ainda por cima os olhos do homem tinha florescência com de animais noturnos, o que me deu mais medo. Encolhido nas cobertas aproximei do seu corpo.
_Mm-uito escuro!!!_ murmurei tentando afastar o breu.
Ele tocou a tela novamente, dessa vez mais apressado, acendendo a lareira no centro.
_Melhor?
Retirei a coberta vendo o fogo clarear parcialmente o quarto.
_Sim_suspiro aliviado.
O homem sorrir de canto feliz por ter acertado em algo. Novamente aproxima beijando minha testa.
_Qual é seu nome? Por que não ensina o que lhe agrada?_ Toca meu queixo virando para si.
_Luis Felipe, chamam de Lipe os mais próximos_ falo afastando sua mão_ Ensinarei o que me agrada quando cortejar direito.
_Se for assim Lipe tudo bem!_ me assusta ouvir usar meu apelido com aquela voz_ Quer provar meus dotes na cama? é um tipo de cortejo muito usado para testar a satisfação pessoal que o macho proporciona.
Fico vermelho com sua fala.
_ Nnn-ão!!!
_Vamos, te darei muito prazer em detrimento do meu._ Me olha como um cachorrinho.
_Estou cansado, tudo isso me assusta, deixe eu dormir, por favor!!
_Durma, oferecerei minhas habilidades amanhã.
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Atualizado até capítulo 134
Comments
Cornelia Ferreira Pereira
verdade,ele parece ser fofo mais é possessivo d+
2024-06-05
3
Hinaê Valeiro
Gente tô achando ele um fofo, ele tá tentando entender melhor o Lipe que fofo 🥰
2024-04-03
2
🌟OüTıß🌟
Estrelas TEM luz própria
2024-01-19
2