Lipe narrando...
Comecei a abrir os olhos lentamente, parecia descansado, eu podia jurar que dormir por duas semanas inteiras. Meus olhos repelia a claridade. forcei os a abrirem.
Mas um susto me tomou, estava em um caixa de vidro aberta, com máquinas sobre me. O Quarto parecia de um milionário com tudo de última geração, paredes negras brilhantes com desenhos dourados, fiquei imóvel só reparando em tudo que eu teria que pagar muito assustado.
Controlei a respiração, olhando ao redor, fui a uma janela imensa. Era o céu azul que eu conhecia mas havia prédios com uma arquitetura impossível e tinha objetos flutuantes no céu. Cai de bunda encostando de costa para a janela.
Eu estava em casa desmaiado como vim parar aqui?
Um barulho chamou minha atenção, a parede se moveu com a facilidade de uma porta. Uma mulher de cabelo amarelo claro e pele alaranjada arregalou os olhos ao ver a caixa de vidro vazia.
_ Senhor volte para a cápsula não está totalmente curado_ eu gritei tão alto ao ouvir aquele dialéto, intensificando com meu percepção de entende-la.
_Por favor não grite, seu par já irá chegar para vê-lo.
Quem viria? meu corpo gelou.
_Qq-uem??
_Ja faz meia vida que o supremo ministro vem aqui lhe ver, mas hoje será especial,ele poderá levá-lo se deixar que o analiso_ Estendeu a mão com quatro dedos.
_NN-ÃO!!_ a empurro.
Tento bater na parede procurando a porta pelo qual ela passou, minha mão agilmente percorre a textura grotesca daquelas paredes, percebo que só pela aproximação ela abre.
Observo a mulher caída se levantando, não espero a porta abrir por completo passo pela fresta. Corro sem direção, qualquer lugar seria um labirinto de qualquer jeito.
Escondo de mais pessoas estranhas, observo por onde elas passam e as sigo logo depois. Um alarme impede meu próximo passo,uma pulseira no meu braço pisca de modo escandaloso, corro o mais rápido tentando livrar daquela coisa barulhenta.
Os corredores ficam cheios de homens grandes parecidos com gladiadores com o uniforme de ferro pesado.
Precisava de um plano, ou ia morrer. notei que vestia um camisolão branco até os joelhos isso ia me entregar. Mas nunca soquei alguém para roubar suas roupas, desisti desse plano.
Cheguei em um lugar que tinha coisas estranhas que subia para o ar, toquei em uma mais algum alarme disparou me causando um susto. Só não bati a bunda no chão porque algo me segurou.
Já fazia duplica para o desconhecido me soltar entre murmúrios:
_Pp-or faa-vor....me solta ff-oi sem querer eu jjuro!!
Derramei lágrimas como uma bezerro sem a mãe. Meus pés falharam indo ao chão. Fiquei de joelhos.
_SSHII vou levá-lo para casa está tudo bem!!_ o ser misterioso disse com uma voz tão grave que parecia um rugido, derramei mais lágrimas.
Não sei em qual momento mais apaguei.
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Seth narrando....
Fiquei louco ao saber que ele havia fugido, bem no dia de minha visita. Já havia passado tempo o bastante com ele para reclama-lo com minha posse. Era muito tarde para desistir dele, aquela criatura havia me domado sem dizer uma palavra, vinha sempre manter seus lábios úmidos.
Nossa casa já havia sido ornamentada com as mais belas jóias, tapeçarias e servos que qualquer companheiro poderia querer.
Mas minha raiva me toma ao saber que ele fugiu em um lugar desconhecido para ele, poderia ser machucado ou raptado sem uma identificação.
Corri seguindo seu cheiro por todo o lugar.
O encontrei assustado com o alarme de uma nave, devia está com medo de tudo que viu, ele suplicou que o soltasse me entristecendo, logo apagou nos meus bracos.
_Supremo Ministro! que bom que o encontrou a sala de exame já está pronta vamos fazer uma análise antes que o leve_ diz a fêmea que o assustou.
_Não! mande os equipamentos para minha residência ele será atendido lá.
Levei-o nos meus braços, os guerreiros estavam curiosos sobre a criatura pálida em meus braços, ficava ainda mais chamativa pelo contraste com meu corpo dourado. Seu cheiro era muito bom comecei a esfregar minha mão em seu corpo para misturar nosso odor.
_Supremo Ministro, aqui estão as frutas que trouxe para o seu par_ entrega um guerreiro
Tentei acorda-lo para comer, a viajem estava lenta para não enjoa seu corpo. Passaríamos mais tempo na nave devia alimenta-lo.
Sinto remexer no meu colo buscando calor, só agora reparo nas roupas que veste. Mudo a posição deixando sentado, com as pernas cruzadas no meu abdômen. Tento acorda-lo com carícias que pratiquei.
Seus olhinhos vermelhos abrem lentamente, sinto o corpo enrijecer, o cheiro de medo exala na cabine.
_Esta tudo bem, só quero alimenta-lo, está com fome?_ digo o mais sútil, quase sussurrando.
Sua barriga faz um barulho o deixando vermelho. Pego a fruto o dando na boca, ele nega virando o rosto, tenta pega na sua mão mais nego, sua barriga faz mais barulho, aquilo foi decisivo para ele aceitar a comida na boca
enchendo meu ego.
Repito o ato algumas vezes até ele ficar satisfeito.
Ele me encara, reparando nos meus olhos amarelado, desviando o olhar logo em seguida.
_Oo-nde eu estou??_ pergunta com uma voz doce.
Tento sorrir sem mostrar as presas. Estávamos progredindo.
_No império Rafyrah, o trouxeram para cá pois é meu par ideal, fiquei cuidando de você enquanto recomperava. Sente melhor?
Ele balança a cabeça, não compreendo esse gesto mais tomo com um sim.
_Qq-uero voltar para minha casa_ diz decidido.
_Se não me aceitar em duas voltas lunar eu o levo de volta e ainda lhe ofereço riquezas como pagamento pelo tempo que ficou aqui. Concorda?
Ele pensa olhando para os cantos da nave.
__ Q-quanto tempo é duas voltas lunar??__ questiona sem entender.
Dou uma pausa pesquisando no meu aparelho.
__ É um ano e meio terrestre.
_Se não tem outra opção...
_Farei o melhor para que me aceite_ aproximo nossos corpos beijando seu pescoço.
Ele encolhe afastando meu corpo.
_Não faça isso sem minha permissão_ diz com raiva.
_Não farei, não mais_ afasto.
Ele levantou do meu colo sentando no lugar vazio a meu lado.
Não demorou a um guerreiro abrir o compartimento avisando da chegada. Rosno para que olhe somente para me, ele reparava muito meu companheiro.
_Me perdoe Supremo Ministro!_ Ajoelha nos meus pés.
_Saia não faça mais isso é diga aos outros para manter a postura.
_Sim Supremo.
Ajudo a descer da nave, seus olhos vagava pela nossa casa surpreso, ficou um tempo parado olhando tudo que podia.
_Reformei a residência para seu conforto, não deve estar conhecendo por isso_ digo dispensando os guerreiros.
_Como sabe que conheço esse lugar?_ me encara apreensivo.
_Tentamos ejetar conhecimentos deste território junto ao nosso dialéto, mais foi demais para você, optamos só pela língua nativa, o que o deixou inconsciente por um tempo.
_Mm-as eu estava em minha casa quando vi isso.
_Devia estar sobre efeito do soro que tomou para vim a este lugar, lembrou só depois.
_ Está igual_ disse encolhido.
_Poderá mudar se quiser_ falo_ vamos entrar.
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Atualizado até capítulo 134
Comments
Sandra Roberta
lendo pela terceira vez amei
2024-12-26
2
Cornelia Ferreira Pereira
Parece ser boa a história,estou começando a lê 🤔
2024-06-05
2
Ⓐⓚⓚ_Ⓕⓤⓙⓞⓢⓗⓘ
Eu não estou perdida na obra estou abandona já, eles falam coisas que não da pra entender tipo mano, eu vou continuar lendo porque eu gostei da possessidede e eu vou vê se entendo a obra
2024-01-16
2