~Jensen
Arthur--- Jensen como pode ser assim? Tão inconveniente, poderia ser mais compreensível com a senhorita Júlia, dá para ver que ela estava falando a verdade, era só olha para o estado que ela se encontrava. Não deveria ter descontado do salário dela, se vê que realmente ela precisa deste trabalho.
Arthur fica me enchendo, de quanto eu fui rude com a Júlia, tá, posso até ter exagerado um pouco... mais eu detesto atraso, porém isso nao é o motivo principal, e sim pela perda de controlo que tenho tendo frequentamente, desde de que essa garota apareceu. Realmente fiquei surpreso, por ela ter elevado o tom comigo, taí uma coisa que eu nunca esperaria, e pelo fato da Júlia ser estrangeira, é o que a faz mais intrigante para mim. Droga, mas que droga, porque estou me importando com isso?
Olho para o Arthur que nessa hora está com raiva pela minha atitude.
- Você sabe que eu odeio atrasos Arthur, e aqui todo mundo é igual a todo mundo, não só porque ela é novata, que vai ter um tratamento diferenciado do que aos demais.
Digo bastante rígido.
Arthur- Jensen, fico triste pela pessoa que tem se tornado, e com certeza a senhora Genoveva também ficaria.
Quando ouço o nome da minha falecida mulher, meu coração começa a sangrar, arder de dor e de raiva, não gosto que ninguém toca neste assunto, não superei e nunca vou superar a morte da mulher que eu mais amava nesse mundo.
Se hoje estou vivo, é pelos meus filhos, fruto do nosso amor lindo.
Eu- Você sabe que eu não gosto que toca neste assunto, Arthur, não confunda as coisas! Trabalhar pra mim é uma coisa, agora se meter na minha vida pessoal, eu não admito!
Falo gritando com raiva.
Arthur- Antes de trabalhar para você Jensen, eu sou seu amigo, eu gosto de você e quero o melhor para você, assim como Genoveva ia querer... no leito de sua morte, ela mesmo falou para você se dá uma oportunidade de se casar de novo.
- JÁ CHEGA ARTHUR! NUNCA MAIS REPITA ISSO, EU NUNCA VOU DEIXAR DE AMAR A GENOVEVA, NUNCA VOU ME CASAR COM OUTRA MULHER, PRA MIM O ÚNICO AMOR QUE EXISTIU FOI DA MINHA MULHER, E EU VOU REENCONTRA COM ELA NA ETERNIDADE UM DIA.
ARTHUR- Calma Jensen, olha como você está alterado, isso não é normal!
- É melhor você sair daqui Arthur, porque não vou responder por mim. - Anda, sai logo. Digo gritando.
Arthur- Espero que um dia essas suas feridas possa se curar Jensen. Bom, de qualquer modo preciso que você fecha hoje. Apareceu uma emergência lá em casa, e bem eu não posso faltar.
Eu- Ok, tchau...
Arthur sai, e eu respiro fundo, e penso no que ele falou. O que me faz ter um flashback dos últimos minutos de vida da minha esposa.
Genoveva- Jensen, meu amor, eu fui muito feliz ao seu lado, eu sei que não me resta mais do que alguns minutos de vida, porém eu quero que você seja feliz, recomeçe sua vida de novo, você é um marido, um pai maravilhoso, eu sempre te amarei...
Essas foram suas últimas palavras, logo depois de foi tomada de mim... meu mundo desabou, queria morrer junto com ela.
Nos primeiros mesês entrei em uma depressão profunda, porém tive que me erguer pelos meus filhos.
Sobressalto da poltrona, quando ouço uma gritaria vindo lá do hall...
Quando chego na discoteca, vejo a Lana e a Júlia discutindo.
-O que está acontecendo aqui?
Pergunto em tom grosso, fazendo as duas virarem para mim.
Quando olho para Júlia, vejo ela alterada, e chorando.
Eu- Júlia, o que aconteceu com você? Porque está chorando?
Pergunto preocupado.
Lana- Senhor, eee.
- Eu não lhe fiz nenhuma pergunta.
Corto, a Lana porque a pergunta nao foi para ela. olho denovo para Julia, que está com um semblante confuso.
Pergunto impaciente
-Julia você é surda? Eu perguntei o que aconteceu com você?
Júlia- Nada de mais, só houve um acidente, no qual eu escorreguei e deixei minha bandeja cair, desculpa senhor, se quiser me demitir eu vou entender...
É a primeira vez que vejo a Júlia assim, de cabeça para baixo, e toda tristonha, de alguma forma isso me incomoda.
-Bom, se foi só um acidente, não vejo motivo de demissão, esse piso é liso, tem que ter cuidado.
-Lana porque você não avisou a Júlia sobre o piso? Eu pedi para ajuda-lá no que for.
Olho para a Lana com um semblante raivoso, o que deu nela para não seguir as minhas ordem? O piso da Cervejeria, é bem liso e espelhado, uma pessoa que não esta acostumada, é claro que pode se machucar.
Lana- Senhoor, peeerdão, eu tentei avisar, mas ela...
Tentou? Como assim, meu sangue sobe nas veia na mesma hora. Se tem uma coisa que eu odeio é falta de profissionalismo.
-Tentou? Eu te dei uma ordem, e você deveria ter cumprido, e não tentado, esse piso é pirigoso, pra uma pessoa que não esta acostumada, é claro que pode se escorregar e machucar. Espero que isso não se repita! Pois não tolero desobediência quando dou uma ordem!
Olho para ela com raiva.
Lana-Desculpa senhor Jensen, isso não vai se repetir.
--Não é para mim que você deve se desculpar, e sim com a senhorita Júlia, afinal foi por falta de profissionalismo da sua parte que ela se machucou.
Se tem uma coisa que eu não aceito de jeito nenhum, é injustiça, ainda mais no meu estabelecimento de trabalho. Para mim todo mundo é igual, independente da classe social ou não. A Júlia foi injustitamente vítima da falta de profissionalismo da parte da Lana. E agora a Lana vai ter que lidar com as consequências, faria isso com qualquer outra pessoa que tivesse cometido esse erro.
Lana pede desculpas para Júlia, e Julia só acena.
Olho em direção ao bar, e vejo que tem alguns clientes olhando para cá, mas não na direção do balcão e sim... perai, olho para a Júlia de cima em baixo, e arregalo os olhos...
QUE UNIFORME É ESSE? COMO QUE ELA ESTÁ TRABALHANDO COM ESSE UNIFORME CURTO, QUE DEIXA QUASE, QUASE NÃO, DEIXA A METADE DA COXA DELA PARA FORA.
Olho para a Júlia:
- QUEM TE AUTORIZOU PARA TRABALHAR COM ESSE PEDAÇO DE PANO? PORQUE NEM DE UNIFORME ISSO MERECE SER CHAMADO.
Júlia olha para mim assustada com o meu tom de voz, não só ela como a Lana também.
Júlia- Eeeu...
Júlia gagueja, o que só aumenta mais minha raiva.
Lana- Na verdade senhor, esse uniforme era meu, e era o último, não sabia que não ia dar na Júlia, e bem se o senhor percebeu, a Júlia não tem o mesmo tipo de corpo que o meu.
Percebo o tom de deboche quando a Lana se refere a Júlia, espero está enganado. Meu olhar segue na direção para o corpo da Júlia, o corpo dela é realmente diferente da Lana, na verdade diferente de todo o perfil das mulheres deste país. A Júlia tem um corpo todo escultural e cheio de curvas, e vendo ela nesse uniforme, pqp... uma tentação, e eu me odeio por sentir uma coisa que eu não deveria. Mas porra, o que me deixa mais fascinado, é que ela possui um rostinho angelical, e um corpo de mulher.
Lana- Senhoorr, ouviu que eu disse?
Saio do meu transe, e morro de vergonha pelo meu descontrole.
- Ok, Manda preparar um novo uniforme para a Júlia de acordo com o tamanho certo para ela
.
Olho de novo para Juliá, que tem as bochechas todo corada, o que realça mais no seu tom de pele escuro. Volto meu olhar para a Lana.
- Estamos entendindo?
Lana- Sim senhor.
Olho para o meu relógio, e vejo que só falta uma hora para fechar a Cervejeria. Porém decido voltar para o meu escritório, já que tenho alguns papeis para revisar.
Olho para as duas. - Bom, devido ao ocorrido, o expediente das duas acabaram por hoje. Até amanhã.
Viro as costa sem se quer, ter ouvido o que elas falaram, e volto para a minha sala.
Gente, confesso que essa fanfic está me deixando maluca KKKK😢 Essa é umas das fanfic, que mais está me dando trabalho para escrever... por isso muita força para mim,😂❤
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Atualizado até capítulo 141
Comments
Francilene Oliveira da silva
mais essas fotos dele tá horrível kkkk não acho que seja um homem bonito ingual elas falam
2025-02-11
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Francilene Oliveira da silva
kkkk
2025-02-11
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THAYNARA♥️
nome fei do dhiabo kkkkkkkkkk
2024-11-26
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