Tínhamos que trazer de volta o máximo de mulheres e crianças que tinha sido sequestradas pelos terroristas.
Não sabia se eu estava conseguindo esconder o meu medo, mas eu tinha certeza que eu não iria desistir e que da próxima vez que alguém entrasse no meu caminho eu iria atirar na pessoa.
Eramos doze no total e tínhamos mais doze homens a caminho para nos dar reforços.
Ao chegarmos no local nos deparamos com um prédio enorme e abandonado de aproximadamente vinte andares.
Segundo informações que conseguimos de fontes confiáveis as vítimas estavam no último andar do prédio.
Entramos cautelosamente no local e nos separamos em grupos de três.
O grupo 1 ficou encaminhado de desligar as câmeras do prédio, o segundo grupo ficou encaminhado de nocautear os homens e o terceiro grupo no qual eu e minha irmã estávamos ficamos encaminhadas de tirar as vítimas do local e cuidar de seus ferimentos.
Meu coração batia forte no peito eu estava nervosa, mas não iria desistir.
Andamos lentamente e seguindo as instruções do Nam-joon que era líder do grupo no qual eu estava.
Me aproximei um pouco da porta aonde as crianças e mulheres estavam e contei quantas vitimas tinham e quantos sequestradores haviam naquela sala.
Fiz um sinal com a mão mostrando que haviam dez crianças e cinco mulheres, depois indiquei o número de sequestradores que eram cinco mais um cara que parecia o chefe da gangue.
Nam-Joon fez um sinal para que esperássemos o grupo de Tae que estava vindo para ajudar a imobilizar os homens.
Com a chegada do grupo eramos seis contra seis a lua podia ser de igual para igual, mas Nam-Joon ordenou que nós esperássemos os reforços.
Eles começaram a distração as luzes foram apagadas e os tiros eram imprevisíveis, eu e minha irmã colocamos os olhos de visão noturna e com o primeiro grupo tiramos as vítimas do local.
O grupo um levou todas as mulheres e crianças para fora do prédio, eu e minha irmã corremos em direção a várias salas para confirmamos que não havia nenhuma vítima. Ao chegar na última sala nos deparamos com um homem alto segurando uma criança pelo ombro.
Não consegui pensar duas vezes, saquei a arma e apontei na direção
daquele cara, enquanto minha irmã chamava reforços.
O homem deu um sorriso medonho e negou com a cabeça apontando para a criança.
Ao olhar direito para a roupa dela, reparei que ela estava com um colete bomba.
O medo que havia em mim tinha aparecido eu não sabia oque fazer, então decidir apontar a arma para o cara ate os reforços chegarem.
Tae, Nam-Joon e os outros dois homens do grupo de tae chegaram e se colocaram em nossa frente.l
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Atualizado até capítulo 83
Comments
Lucy Amora
Muitas vezes em uma situação dessas onde ha bomba envolvida, o sacrifício é inevitável. Mas não pode arriscar a derrubar o predio inteiro com uma bomba!!
Isso me doi ao pensar!!
2022-08-27
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